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sexta-feira, 26 de junho de 2009

fotos de michael jackson

Fãs de Michael Jackson (Imagem: AP)Em Nova York, fãs acompanham as notícias sobre a morte de Michael Jackson no telão de Times Square.
Fãs de Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Fãs de Michael Jackson se abraçam em frente ao UCLA Medical Center lamentando a morte do cantor


Fã de Michael Jackson (Imagem: Reuters)
Fã de Michael Jackson lamenta morte do astro do lado de fora de centro médico, em Los Angeles.


Fãs de Michael Jackson (Imagem: AP)
Fãs de Michael Jackson se reúnem do lado de fora de centro médico em Los Angeles para chorarem a morte do cantor.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson acena para a plateia durante entrevista coletiva na O2 Arena, em Londres, onde anunciou a turnê de despedida que jamais conseguiu realizar.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Cantor Michael Jackson, à esquerda, e atriz Elizabeth Taylor dividem mesa durante evento de caridade, em Beverly Hills, Califórnia, outubro de 2008.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Michael Jackson posa para fotógrafos no tapete vermelho, durante premiação em Los Angeles, em agosto de 2007.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Em foto de 2006, Michael Jackson leva o filho Prince Michael II ao shopping no Bahrein; ambos usando véus típicos de mulheres árabes.

Michael Jackson (Imagem: AP)
O astro olha pela janela do seu carro enquanto deixa o condado de Santa Barbara, Califórnia, em 2005.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson acena para os fãs ao chegar à corte de Justiça do condado de Santa Barbara, em fevereiro de 2005.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Michael Jackson acena ao deixar a corte de Justiça do condado de Santa Barbara, em 2005.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson faz sinal de vitória para seus fãs ao chegar à Corte de Justiça de Santa Barbara, Califórnia, março de 2005. O cantor enfrentava na época processo por abuso sexual de menores.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Michael Jackson e suas irmãs LaToya (à esquerda) e Janet acenam para os fãs em Santa Maria, em 2004.

Michael Jackson (Imagem:AP)

Michael Jackson se apresenta junto com James Brown durante o BET Awards, em Los Angeles, em 2003.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Michael Jackson segura bebê para fora da janela de quarto de hotel em Berlim, em 2002.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Michael Jackson segura sua filha, Paris Katherine, enquanto ele se inclina para fora da janela de sua suíte em hotel na Alemanha, novembro de 2002.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson canta ‘The Way You Make Me Feel’ com Britney Spears durante show no Madison Square Garden, em Nova York.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)
Michael Jackson dança durante show no estádio olímpico de Munique, na Alemanha, em junho de 1999.

Nelson Mandela e Michael Jackson (Imagem: AP)
Nelson Mandela, à esquerda, conduz o popstar Michael Jackson durante visita à Africa do Sul, em março de 1999.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Michael Jackson acena para milhares de fãs reunidos em frente à Opera House, em Sydney, em 1996.


Michael Jackson (Imagem: AP)
Popstar se apresenta em show que teve ingressos esgotados em Kuala Lumpur, Malásia, outubro de 1996.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Michael Jackson agradece aos fãs com um beijo após sua apresentação no World Music Awards, em Monte Carlo, 1996.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Usando máscara, o cantor abraça seu sósia russo durante visita a Moscou, em setembro de 1996.


Michael Jackson no Brasil (Imagem: Agência Estado)
Foto de arquivo de 10/02/1996 da chegada do cantor americano Michael Jackson em Salvador. O pop esteve na capital baiana para gravações do videoclipe "They Don't Care About Us", no Pelourinho.

Michael Jackson no Brasil (Imagem: Agência Estado)

Foto de arquivo de 10/02/1996 do cantor americano Michael Jackson durante a gravação do videoclipe "They Don't Care About Us", no Pelourinho, centro histórico de Salvador, na Bahia. A música, parceria do popstar com o grupo musical Olodum, faz parte do disco "History".

Michael Jackson no Brasil (Imagem: Agência Estado)
Foto de arquivo de 10/02/1996 do cantor americano Michael Jackson durante a gravação do videoclipe "They Don't Care About Us", no Pelourinho, centro histórico de Salvador, na Bahia. A música, parceria do popstar com o grupo musical Olodum, faz parte do disco "History".

Michael Jackson (Imagem: AP)
Michael Jackson posa para foto com o artista francês Marcel Marceau no Teatro Beacon, em Nova York, em dezembro de 1995.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson aparece com a então esposa Lisa Marie Presley-Jackson na abertura do MTV Video Music Awards, em 1994.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson se apresenta no intervalo do Super Bowl de 1993, em Pasadena, na Califórnia.

Michael Jackson em SP (Imagem: Agência Estado)

Foto de arquivo de 17 de outubro de 1993 do cantor Michael Jackson durante apresentação no estádio do Morumbi, na zona sul de São Paulo

Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Foto de arquivo de Michael Jackson durante apresentação em São Paulo em 1993.

Michael Jackson (Imagem: AP)
Michael Jackson canta em show realizado em frente ao Reichstag, na Alemanha Ocidental, em 1988.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson posa para fotos nos bastidores do Grammy Awards, em 1984, quando faturou oito prêmios.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson posa para foto com Diana Ross no American Music Awards, em Los Angeles, em 1981.

Michael Jackson (Imagem: AP)

Michael Jackson através dos anos. Na fila de cima, da esquerda para direita, fotos datadas de 1971, 1977 e 1979; embaixo, fotos de 1983, 1987 e 1990.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Michael Jackson canta como líder do Jackson Five durante show no Mill Run Playhouse , em junho de 1974.

Jackson Five (Imagem: AP)

O Jackson Five (a partir da esquerda: Tito, Marlon, Michael, Jackie e Jermaine) se apresenta em programa de televisão em Los Angeles.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)
Michael Jackson dá entrevista polêmica para o jornalista Martin Bashir da rede de TV britânica BBC.

Jaqueta de Michael Jackson (Imagem: Reuters)

A jaqueta brilhante foi uma das marcas registradas da carreira de Michael Jackson.

Luva de Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Luva da mão direita coberta com cristais Swarovzki foi um dos acessórios mais marcantes da carreira de Michael Jackson.

Acessórios de Michael Jackson (Imagem: Reuters)

A coroa, o cetro e a luva de cristal de Michael Jackson em exposição realizada em Beverly Hills, na Califórnia.

Fã de Michael Jackson (Imagem: AP)
Fã de Michael Jackson, Svenja Maniary, da Alemanha, exibe tatuagem do rosto do cantor nas costas.
Fã de Michael Jackson (Imagem: AP)
Jovem fã segura álbum do cantor Michael Jackson.

michael jackson desde que foi para o hospital

Michael Jackson (Imagem: Reprodução/TMZ)Imagem da chegada do popstar Michael Jackson à hospital em Los Angeles, logo após sofrer parada cardiorespiratória.
Michael Jackson (Imagem: Reprodução/ET Online)
Imagem mostra o cantor Michael Jackson na ambulância a caminho do hospital em Los Angeles.

Michael Jackson (Imagem: Reuters)

Ambulância deixa a casa alugada por Michael Jackson em Los Angeles levando o cantor para o hospital.

Fãs de Michael Jackson (Imagem: AP)

Cercado por fãs, o reverendo Al Sharpton fala à imprensa sobre a morte de Michael Jackson no Teatro Apollo, em Nova York.


Fã de Michael Jackson (Imagem: AP)

Terry Tarant leva uma homenagem a Michael Jackson ao museu da Motown, em Detroit.



Alta dose de morfina pode ser causa da morte de MJ

Especial Michael Jackson
Alta dose de morfina pode ser causa da morte de MJ
Reprodução / Revista "People"
Uma fonte próxima da família de Michael Jackson afirmou nesta sexta-feira (26) que o astro do pop pode ter morrido por uma alta dosagem de Demerol, um medicamento similar à morfina. Segundo site "TMZ", Jackson recebeu uma injeção com o remédio na quinta (25) pela manhã, e morreu em seguida, às 13h06, horário de Los Angeles.
Familiares declararam que a dosagem foi muito além do recomendado, e isto teria matado o cantor. O advogado da família Jackson, Brian Oxman, parece ter a mesma opinião. Em entrevista à CNN, o profissional insinuou que a morte ter sido causada pelo abuso de remédios prescritos.
Oxman explicou que o cantor tomava medicações para tratar lesões em uma vértebra e em uma perna, após cair do palco enquanto se preparava para a turnê que marcaria seu retorno aos palcos, agora em julho (veja mais no link acima).
Mas, nem todos pensam desta forma. Uri Geller, melhor amigo do cantor, afirmou que ele estava bem, mas vivia sob grande estresse. Segundo a "US Magazine", Geller culpou o nervosismo pelo início da turnê como fator principal para a morte do "Rei do Pop".
"Eu não sou médico. Mas posso dizer que ele estava sob imenso estresse e pressão. É só perguntar para qualquer médico, estresse é um assassino", disse. "Foi um erro marcar 50 shows. Três, quatro, cinco, talvez dez, é suficiente", finalizou o amigo, sobre a turnê de "retorno" de Jackson.
"Criminosos"
Em entrevista à rádio francesa "Europe 1", o ex-empresário de Jackson, Bem Ammar, afirmou que os responsáveis pela perda do cantor são os médicos que "destruíram seu rosto". "Está claro que os criminosos neste caso são os médicos que o atenderam ao longo de sua carreira, que destruíram seu rosto, que lhe deram remédios para diminuir as dores", disse.
"Na verdade, não se sabia se ele estava doente, porque vivia cercado de médicos charlatões que sobreviviam dessa doença, que lhe receitavam milhares de dólares em remédios, em vitaminas", declarou. Ammar confessou que o amigo era viciado em remédios e teve a parada cardíaca por conta disso.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

amigos

Amigos
Quero falar aos amigos. Os amigos que tenho são os melhores que alguém poderia ter. Além disso, os amigos que tenho têm muitos amigos e os dividem comigo. Assim, meu número de amigos sempre aumenta, já que sempre ganho amigos dos meus amigos.

Foi assim sempre. Uns ganhei há tempos. Outros são mais recentes. E quem os deu não ficou sem eles, pois amizade pode ser sempre dividida sem nunca diminuir ou enfraquecer. Pelo contrário. Quanto mais dividida, mais aumenta. E há mais vantagens na amizade: é uma das poucas coisas que não custam nada mas valem muito, embora não sejam vendáveis!

Entretanto, é preciso que se cuide um pouco das amizades. As mais recentes, por exemplo, precisam de alguns cuidados. Poucos, é verdade, mas indispensáveis. É preciso mantê-los com um certo calor, cuidar, falar com eles. Com o tempo eles crescem, ficam fortes e suportam alguns trancos.

Os mais antigos, já sólidos, não exigem muito não! São como as mudas de plantas que, depois de enraizadas, parecem viver sem cuidados, porém não podem jamais ser esquecidas. Algo é preciso para mantê-las vivas. Prezo muito minhas amizades e reservo sempre um canto no meu peito para elas.

E sempre que surge a ocasião, não perco a oportunidade de dar um amigo a um amigo, da mesma forma que ganhei. E não adiantam as despedidas. De um amigo ninguém se livra fácil. Amizade, além de contagiosa, é incurável.


terça-feira, 23 de junho de 2009

PROCURO UMA CASA

























Procuro uma casa





Procuro uma casa, com janelas enormes por onde o sol nunca se ponha no horizonte; de portas bem largas e abertas, escancaradas para a lua a brilhar; sem grades a esquartejar os ventos que passam, trazendo sementes de alegria.
Uma casa sem medo de ser invadida.
Precisa-se de uma casa, cujas paredes sejam feitas de abraços, mistura de cimento de carinhos e tijolos de afeição.
Uma casa com pisos de madeira perfumada, lembrando aromas de flores e campos transformados.
Uma casa com escadas que conduzam a um sótão de sonhos armazenados.
Procura-se uma casa ampla com espaços para acomodar o desejo de viver na tranqüilidade, no sossego.
Uma casa pintada de branco com nuances de paz e raios de luz por todos os cantos.
É imprescindível que possua claridade transparente.
Uma casa com amores-perfeitos plantados no jardim e gerânios, ao redor dela, acariciando as pedras dos seus alicerces.
Algumas roseiras são indispensáveis...
Além do mais, necessário é que exista um banco com nomes gravados a canivete com juras de eternidade.
E, que junto a esse banco, haja uma árvore com galhos cheios de ninhos de pássaros.
Procura-se uma casa que tenha, em seu interior mais secreto, uma lareira constantemente aquecendo o inverno e, no teto, uma clarabóia imensa por onde se possa ver as estrelas nas noites de verão.
Mas, só se fecha negócio se houver um quintal, nos fundos da moradia, com tesouros escondidos de infâncias múltiplas e antigas que, ainda, ninguém descobriu.
Precisa-se de uma casa de memórias guardadas porque é urgente desenterrar lembranças.

Autoria desconhecida

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Sexo solução: é bom, gostoso e não engorda

Sexo

Se você acredita na máxima “tudo que é bom, engorda”, esqueceu de uma deliciosa exceção: o ato sexual. É bom, de graça, saudável e ainda ajuda a emagrecer. Vamos começar por essa última vantagem.

"A perda calórica por ato sexual pode variar de 100 a 150 calorias. Isso corresponde a caminhar 20 minutos em ritmo moderado”, compara Lúcia Pesca, sexóloga, de Porto Alegre.

Faça os cálculos: duas vezes por semana pode representar até 1 quilo a menos em um mês. Nada mau! É claro que isso dependerá da sua dieta e também da duração e da intensidade do sexo.

Mais importante que a perda calórica, porém, é o bem que o sexo faz. “Os batimentos cardíacos são acelerados, os órgão internos massageados, a circulação sanguínea e a linfática intensificadas. A produção de hormônios e endorfinas contribui para uma sensação de bem-estar, sendo um excelente antídoto para a depressão e a ansiedade”, .

Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem. “É claro que estamos falando de relações com qualidade, ou seja, com vínculo afetivo, satisfação e segurança. Sexo prazeroso é um prêmio da vida adulta, e a durabilidade dessa conquista dependerá do esforço da manutenção”, afirma Lúcia Pesca.

Sustentar uma vida sexual criativa e divertida não é fácil. “Sexo em casamento antigo é como carro velho. Precisa de manutenção, ajustes, mais óleo e, às vezes, só um martelinho de ouro para ajudar”, compara Adriana Azevedo, engenheira química. Casada há 13 anos e com dois filhos, ela conta uma história conhecida de muitas mulheres. “Na correria do dia a dia, com solicitações das crianças, do chefe, da empregada etc., muitas vezes eu passava dias sem olhar com calma para o meu marido.

Na cama, parecíamos dois desconhecidos, exaustos, com sono”, relembra Adriana. Até que ficaram meses sem ter relações, e aí a vida pareceu triste, o casamento apagado. “A crise exigiu dedicação para levantar nosso pique sexual. Uma coisa legal que fiz foi, depois de cada transa, escrever como tinha sido e como eu tinha me sentido, sem pudor de medir palavras, num tom excitante. No dia seguinte, mandava para ele no trabalho, e ele voltava para casa com mais vontade de continuar”, confidencia Adriana. Ela relata outro benefício: depois da retomada sexual, a relação ficou mais leve e as discussões rarearam. Mágica? Não, química.

Corpos que conversam

“A carícia sexual incentiva a produção de substâncias que, entre outros efeitos, promovem sentimentos de afeição e de proteção em relação ao parceiro”, explica Lúcia Pesca. No dia a dia, isso pode representar uma atitude mais generosa, menos defensiva e mais cúmplice com o outro. O casal se torna mais unido, baixa a guarda e passa a associar o parceiro a momentos de alegria e êxtase. Além disso, o sexo pode ser um fator descomplicante” na vida a dois, reduzindo a quantidade de sessões D.R. (discussão da relação), tão temidas e rejeitadas pelos homens. “Chega uma hora em que a discussão esgota. Você reclama e ouve dele sempre a mesma coisa, como se fosse uma conversa programada por telemarketing, com todas as falas preestabelecidas”, compara Vivian Nascimento, publicitária, que mora com o namorado há seis anos. Quando o namoro entra nesse clima, ela já sabe que é o momento de pegar a estrada para um fim de semana de lua de mel. “São conversas que não levam a nada e só nos estressam mais. Depois de um fim de semana romântico, nós nos sentimos mais calmos, amorosos e parece que tudo foi resolvido”, conta Vivian. Na intimidade, abre-se espaço para o olhar, o toque, os carinhos e a troca. O outro sente-se alimentado e recebe a principal mensagem que você quer transmitir: “Eu te amo e te desejo”. Com essas certezas, os problemas do dia a dia diminuem, já não é preciso falar tanto. “Transar é a maneira mais verdadeira, nua e crua, de comunicação. A intimidade não permite disfarces, simulações ou máscaras. Os amantes revelam-se como são e entrosam-se em outro patamar, mais intenso e edificante, muito importante para a realização do casal”, finaliza Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, ONG de educação sexual, em São Paulo. Portanto, deixem aquela conversa séria para depois, quando os corpos já tiverem sido inundados pelos hormônios. Nesse clima de bem-estar, só sobrarão palavras de amor, entendimento e profunda união.

Operação RESGATE

Sete conselhos deliciosos para esquentar romances de longa data

1 Retome o passado
A excitação e o frescor da relação ficaram para trás? Então vá até lá e traga algo significativo desse período. Vista uma peça de roupa que guardou daquela época ou use o perfume dos tempos de início de namoro. Esses detalhes têm o poder de suscitar emoções antigas e gostosas, trazendo um tempero especial para o presente. Ou que tal um programinha dos anos dourados? Ir ao drive-in ou transar na casa da sua mãe, escondidos, pode ser muito excitante. Você troca o conforto pela aventura e pode ter ótimas surpresas.

2 Renove-se para o futuro
Se você acha que conhece tudo sobre ele, perigo à vista. Talvez esteja repetindo carícias e abordagens que já não lhe interessam mais. Observe-o. O que ele mais olha em você? Invista nessa parte do corpo. Ele anda ligado em computador? Use a net para trocar mensagens eróticas. Ele gosta de salto alto? Abuse deles. Você também pode trazer surpresinhas no próprio corpo. Pintar as unhas de vermelho (se não costuma fazer isso), comprar uma saia mais curta, fazer uma depilação diferente, uma tatuagem de henna ou mudar a maquiagem... Pequenos detalhes não assustam e costumam agradar.

3 Defina um estilo
Uma transa pode ser romântica, zen, pornô, com toques temáticos... Produza o quarto com mimos que façam vocês se sentirem em outro mundo. Incenso, cor da lâmpada, a bebida que mais combina com a brincadeira. Nada exagerado para não deslocar o foco. Seja sutil.

4 Busque inspiração
Amplie seu repertório erótico com ideias pesquisadas em livros, filmes, sites e blogs com informações sobre sexo, CDs com músicas que inspiram o amor, revistas com reportagens sobre o assunto ou mesmo as pornôs. Melhor ainda se vocês puderem fazer isso juntos. Durante o “estudo”, vão identificar o que os excita.

5 Cultive a intimidade
Ela não acontece na cama. É construída conversando, trocando olhares, rindo juntos ou mesmo revendo fotos, vídeos ou cartas que marcaram a história de vocês. O importante é mostrar-se interessada no outro. E, se o dia a dia parece contaminado, fujam! Viajem, saiam para jantar, passeiem só os dois, abram espaço para ficarem sozinhos. E beijem-se muito!

6 Erotize a comunicação
Gentilezas, provocações, olhares e pequenos gestos durante o dia vão alimentando a vontade de estar com o outro. Mande um torpedo para ele ou deixe um recadinho amoroso na porta da geladeira. Você também deve se erotizar lembrando de noites prazerosas e imaginando o que podem fazer juntos na cama.

7 Faça-o sentir-se o tal
As pesquisas concordam em um ponto: o homem enlouquece quando percebe que consegue dar prazer à mulher. Portanto, deixe isso claro antes da relação e durante. Não precisa fingir, mas também não seja discreta ao manifestar quanto está gostando de estar com ele.

domingo, 21 de junho de 2009

energia negativa

Mulheres que atraem energia negativa (e como desliga esta antena)

Azar, zica, má sorte, urucubaca, infortúnio. Não faltam palavras para designar a tal energia ruim, que, às vezes, vem como um tsunami, derrubando tudo o que encontra pela frente. Entenda por que isso acontece e saiba mandar essa nuvem negra para longe da sua vida

Melissa Diniz

Há algum tempo, a assistente de recursos humanos Celena Bahal, 40 anos, de São Paulo, imaginou que estava sendo vítima de alguma mandinga, tamanha a maré de azar em que se viu envolvida. A tal fase ruim começou de repente, após ela trocar de carro. Durante um mês, foi só alegria. Até que bateram na traseira do veículo, amassando o pára-lama.

O incidente, que parecia corriqueiro, foi o estopim de uma série de contratempos que logo virou a vida dela do avesso. Durante os dois anos seguintes, Celena contabilizou oito batidas no carro, que ficou parecendo uma lata velha. “Cada vez que um novo acidente acontecia, meu medo crescia, juntamente com a convicção de que aquele objeto não me trazia sorte. Cheguei até a benzê-lo”, diz ela. O que ocorreu com Celena não foi coincidência. Segundo estudiosos da neurolingüística, nosso pensamento emite energia capaz de atrair acontecimentos que vibram na mesma freqüência. Essa teoria, conhecida como lei da atração, já é utilizada e propagada há bastante tempo por autores de livros de auto-ajuda e ficou ainda mais popular com os filmes QUEM SOMOS NÓS (mistura de documentário e ficção estrelada por Marlee Matlin e lançada em 2004) e O SEGREDO (produção australiana de 2006, dirigida por Drew Henot e baseada no livro homônimo, de Byrne Rhonda).

De acordo com essa linha de pensamento, nossa interpretação sobre os fatos afeta a realidade à nossa volta. Assim, temos mais ou menos sorte conforme os padrões de pensamento que alimentamos. “E, se nem sempre temos como mudar os fatos, podemos modificar a leitura que fazemos deles e as reações que teremos a partir daí, o que nos torna responsáveis pelo bem ou pelo mal que atraímos”, afirma a psicóloga e terapeuta Margareth dos Reis, do Instituto H. Ellis, de São Paulo.

Fato versus pensamento


Para a escritora americana Linda Spangle, consultora de motivação e autora de livros sobre emagrecimento, como 100 DAYS OF WEIGHT LOSS (100 dias de perda de peso, ainda sem tradução no Brasil), nossas experiências podem ser resumidas na seguinte fórmula: fato, pensamento, ação e resultado. Aquilo que pensamos sobre determinado acontecimento nos leva a determinadas atitudes cujas conseqüências sempre confirmam nosso pensamento. E é aí que surgem os problemas.

Imagine uma mulher esperando o namorado em um restaurante. Meia hora depois, ele ainda não chegou e o celular só dá caixa postal. Se for pessimista, ela imaginará o pior – que homem não presta, que é melhor ficar sozinha etc. Quando ele aparecer, ela estará tão nervosa que mal vai ouvir a justificativa para o atraso. Vai se levantar, dizer uma série de desaforos e ir embora, achando-se a mais infeliz das criaturas.

Esse exemplo é usado por Linda nas suas palestras sobre crescimento pessoal para mostrar como a mesma cena, protagonizada por alguém capaz de controlar as emoções e os pensamentos negativos, teria um final bem diferente. Quem sabe o tal namorado estivesse atrasado porque o chefe o chamara de última hora para comunicar uma promoção, e o jantar dos dois tivesse se transformado em uma comemoração. “Desespero não resolve. Diante de um problema, a saída é serenidade para ver o que acontece ou a busca de uma solução eficaz ”, afirma Margareth.

Mudança de foco

A terapeuta holística Vânia Medeiros, de São Paulo, explica que, da mesma maneira que pensamentos negativos atraem acontecimentos ruins, também podemos atrair sorte, alegria e realizações se alimentarmos a fé, o otimismo e a esperança. “Somos seres vibracionais e, portanto, emitimos energia. Essa energia vibra em diferentes freqüências e se liga a pessoas e acontecimentos que estejam na mesma sintonia. Portanto, pensamentos positivos atraem fatos positivos”, diz ela.

Inversamente, se nossa antena está em uma freqüência ruim, vamos captar a energia negativa das pessoas e dos ambientes. “O que nos torna vulneráveis são emoções como medo, inveja, ciúme, raiva, culpa e desejo de vingança. Mas, além de mantê-las à distância, é importante cultivar posturas e hábitos positivos, como a fé, a alegria, a meditação, a organização e a limpeza. Um ambiente bagunçado é a própria representação da energia ruim”, afirma Vânia.

Pode acontecer que, mesmo com essas precauções, determinados lugares e pessoas provoquem desconforto, cansaço, dor de cabeça e mal-estar. “Não significa que você se contaminou com aquela negatividade, mas que doou um pouco da sua energia ao lugar. É como se a atmosfera local buscasse uma compensação, sugando energias mais saudáveis”, explica Vânia. Para se preservar, é preciso criar sua ilha particular de proteção: quando sentir negatividade no ar, vale o esforço de focar o pensamento em idéias e lembranças felizes e exercitar os melhores sentimentos.

Para melhorar de vez

Quando o negativismo se instala, porém, nem sempre é fácil percebê-lo. A relações-públicas Selma Cristine Silvério da Silva, 32 anos, de São Paulo, precisou fazer um balanço da vida sentimental para constatar que, havia 11 anos, só atraía namorados superenrolados e mal resolvidos. “Quando me dei conta da situação, comecei a investigar o que estava fazendo de errado. Percebi que me lamentava demais e sempre esperava o pior dos relacionamentos e dos homens com quem me envolvia”, diz.

Com essa constatação, Selma entendeu que estava presa a um padrão negativo e que só atraía pessoas na mesma freqüência. “Foi um aprendizado. Estou tentando mudar e filtrar os pensamentos. É um exercício diário e árduo, mas vou conseguir”, acredita.

O esforço para manter uma faixa vibracional elevada é importante até mesmo para a saúde

física. “A ciência já comprovou que as emoções negativas causam doenças. E as emoções partem dos pensamentos”, defende Vânia. Basta lembrar que o stress e o nervosismo diminuem nossa imunidade e chegam a causar alterações de pressão, aceleração cardíaca etc. Para a terapeuta, a satisfação pessoal, profissional e amorosa é o melhor antídoto contra a negatividade: “Se nos sentimos realizados, transmitimos essa satisfação para as outras pessoas e a recebemos de volta. É uma alimentação constante da energia positiva”, diz ela.

Banho de proteção


O aromaterapeuta Marcelo Dhyana, do Espaço Girassol, em São Paulo, usa o poder dos óleos essenciais para afastar a negatividade. “O alecrim, por exemplo, propicia uma profunda limpeza energética, enquanto o benjoim e o olíbano trazem proteção emocional e espiritual”, afirma ele. A receita é fácil: 2 colheres (sopa) de mel, 5 gotas de óleo essencial de alecrim, 5 gotas de óleo essencial de benjoim e 2 gotas de óleo essencial de olíbano. Dilua esses ingredientes em um recipiente e, em seguida, incorpore essa mistura à água da banheira. O alecrim pode aumentar a pressão arterial. Por isso, hipertensos e grávidas devem substituí-lo por óleo essencial de lavanda.

Afinação positiva

O que fazer para se manter em sintonia positiva mesmo nas situações mais desgastantes


1. Cultivar pensamentos de alegria, paz, saúde e otimismo.

2. Mentalizar belas imagens, como uma paisagem ou um sorriso.

3. Ouvir uma música especial, recitar um mantra, fazer uma meditação ou respirar profundamente quando estiver estressada.

4. Verbalizar (ou imaginar) frases de que goste ou uma oração.

5. Ficar longe de reclamações, maledicências e fofocas.

6. Ligar para alguém ou sair para dar uma volta quando uma idéia ruim começar a incomodar.

7. Melhorar o autoconhecimento identificando as atitudes e circunstâncias que perturbam seu bem-estar e as emoções associadas a elas.


oque os homens dizem quando não nos escutam

O que homens dizem quando não nos escutam
Chega de ouvir "Hum-hum. Nossa! Por quê?" enquanto conta uma história interessantíssima. Veja o que atravanca a conversa a dois e como fazer a comunicação amorosa fluir

Melissa Diniz | Ilustração Caco Galhardo

Num delicioso encontro com leitoras de CLAUDIA, a jovem médica, ainda recém-casada, conta que sabe quando o marido parou de ouvi-la se, de tempos em tempos na conversa, ele se sai com uma das intervenções curingas acima. No engraçadíssimo sitcom “Two And a Half Men” (exibido no Brasil pela Warner), o personagem interpretado por Charlie Sheen, um cara absolutamente desinteressado de compromisso e que sempre se dá bem com as mulheres, adiciona outra palavra à lista: “Entendo”. Hum-hum... Nossa! Quem entende somos nós. Mas por que, por que, por que os homens agem assim? Por que não nos escutam? A desatenção é um problema na relação, explica a psicóloga Lana Harari, especialista em terapia familiar e de casal. “Se o homem não ouve o que a mulher diz, ela entende que ele não dá importância a ela. Respostas evasivas ou mesmo o silêncio comunicam muito – e costumam ser interpretados como descaso.

sábado, 20 de junho de 2009

METROSSEXUAL

SALÃO PARA METROSSEXUAL
Divulgação


Entrevista - Mark Simpson

Eu me amo,
eu me amo...

Ao contrário do que se acredita,
o termo "metrossexual" não designa só o homem heterossexual vaidoso.
E,
sim, o homem hipernarcisista, não importa sua orientação sexual

O que é um homem metrossexual? Você provavelmente responderá que é um sujeito heterossexual que se permite ser muito vaidoso. Em janeiro passado, a revista Playboy fez a mesma pergunta a seus leitores. E a maioria das respostas foi: "Um competente estrategista na arte de pegar mulher". Essa definição, no entanto, traz um erro conceitual. Metrossexual não é necessariamente heterossexual. Em entrevista a VEJA, o criador do termo, o escritor inglês Mark Simpson, de 38 anos, diz que, nesse caso, o que menos importa é a orientação sexual do homem. Metrossexual é simplesmente o homem vaidoso ao extremo. É o narcisista dos tempos modernos, que, graças às facilidades dos serviços existentes nas grandes cidades, pode dar-se ao luxo de se esmerar muito – além do habitual – nos cuidados com a aparência. O termo metrossexual surgiu em 1994, num artigo de Simpson para o jornal inglês The Independent. Em 2002, foi resgatado pela revista eletrônica Salon.

Veja – POR QUE O TERMO "METROSSEXUAL" FOI ASSOCIADO À HETEROSSEXUALIDADE?
Simpson –
O metrossexual pode ser gay, bissexual ou heterossexual, mas isso é absolutamente desimportante, já que ele tem a si mesmo como seu objeto de amor. Ele é o narcisista dos novos tempos. A idéia de que o metrossexual é sempre hétero e que seu cuidado com a aparência tem o objetivo de atrair as mulheres é uma invenção da publicidade. Claro que muitos metrossexuais dormem apenas com mulheres, mas não há nenhuma evidência de que eles sejam sempre héteros. Essa idéia só foi estabelecida porque gays vaidosos não são novidade. A identidade dos metrossexuais não se baseia na orientação sexual e, do ponto de vista cultural-comercial, é irrelevante.

Veja – MAS A METROSSEXUALIDADE ROMPE COM ALGUNS PADRÕES DE MASCULINIDADE.
Simpson – Sim. E isso é positivo. A metrossexualidade desfez-se de todos os códigos oficiais de masculinidade inculcados nos últimos 100 anos. O homem heterossexual está perdendo a vergonha de ser vaidoso, de cuidar da aparência.

Veja – O CULTO À PRÓPRIA IMAGEM E A EXACERBAÇÃO DO EGOCENTRISMO, NO ENTANTO, NÃO SÃO COMPORTAMENTOS SAUDÁVEIS.
Simpson –
Sem dúvida nenhuma, esse é o lado negativo da metrossexualidade. A masculinidade narcisista e egocêntrica tem origem numa característica típica de sociedades como a nossa: o hiperconsumismo. Os heróis dos metrossexuais são, em geral, homens famosos por seu visual e seu estilo – mais do que por suas conquistas políticas ou intelectuais.

Veja – POR QUE NÃO SE FALA EM MULHERES METROSSEXUAIS, JÁ QUE O EGOCENTRISMO E O NARCISISMO NÃO SÃO CARACTERÍSTICAS EXCLUSIVAS DOS HOMENS? A METROSSEXUALIDADE É APENAS MASCULINA?
Simpson – Não. E eu já falei sobre isso no meu artigo para a Salon, mas ninguém deu importância. O narcisismo feminino que se manifesta por meio do cuidado com a aparência não chama atenção. Essa é uma das razões pelas quais o termo metrossexual não foi aplicado às mulheres. Entretanto, há muitas que se encaixam nesse perfil. As mulheres no seriado Sex and the City são, em sua maioria, solteiras, vivem com estilo e escolheram a si mesmas como seu objeto de amor e desejo, embora aparentemente estejam à procura de um homem. Elas são metrossexuais. Eu arrisco dizer que a crescente auto-suficiência das mulheres tem estimulado o avanço da metrossexualidade masculina. Atualmente, muitos homens se vêem obrigados a cuidar de si próprios, pois já não contam com uma coadjuvante feminina sempre pronta para atender a suas necessidades. A metrossexualidade faz, finalmente, com que o homem seja menos dependente da mulher, da família, embora mais dependente das revistas de beleza.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

relacionamento entre mae e filha

Tal mãe, tal filha?
Lidar com as exigências, críticas e opiniões da sua mãe não é fácil. Mas, investir na conversa é a única maneira para acabar com a guerra entre vocês.

Por Rita Trevisan

Parece missão impossível construir uma ponte entre o seu universo e o da sua mãe? Pois vamos começar esta matéria, logo de cara, com uma notícia pra você: 99,9% das adolescentes se sentem exatamente assim. Isso porque o simples fato de você e sua mãe serem de gerações diferentes faz com que tenham uma visão muito particular do mundo e da maneira de se relacionar com ele. "Os conflitos existem porque a mãe tende a olhar para a adolescência da filha sob a perspectiva da adolescência que ela teve", diz a psicóloga Maria Teresa Maldonado, especialista em comportamento e autora do livro O Bom Conflito: Juntos Buscaremos a Solução (Integrare Editora). Mas, ainda que existam, essas diferenças não devem servir para justificar tantas brigas e mágoas, que atrapalham a relação. "Há uma barreira de preconceito muito forte entre as gerações. Os pais, em geral, acham que os mais novos são irresponsáveis, que não sabem tomar decisões. Porém, os jovens, em geral, também têm preconceito, acreditam que os pais nunca têm razão porque são caretas. O que não percebemos, muitas vezes, é que há uma riqueza muito grande na diferença, que sempre pode haver troca de conhecimentos", alerta Maria Teresa. Em outras palavras, o que ela quer dizer é que, mesmo com tantas opiniões que não batem, você e sua mãe poderiam estar vivendo de um jeito muito mais gostoso, o que facilitaria a sua vida e a dela, evitando tanto estresse e lágrimas. Quer tentar?

DÊ O PRIMEIRO PASSO
Por pior que tenha sido a última briga entre vocês, é sempre possível juntar os cacos e recomeçar. Mas, para que essa reaproximação aconteça, é preciso que alguém se habilite, fazendo a sua parte. E por que não você? Para começar, tente reconhecer que, por mais difícil que a sua mãe seja, ela também tem lá as razões dela para se estressar com você. A reconciliação só acontecerá se houver o entendimento de que, nessa história, não há certo e errado. O que existe, de fato, são só duas maneiras diferentes de pensar. "Os adolescentes, em geral, idealizam os pais, desejando que pudessem ser melhor compreendidos. E se frustram porque a família não é exatamente como esperam. Mas, dificilmente, param para refletir se estão de acordo com o que os pais desejam deles, também", diz a psicóloga Maura di Albuquerque. No fim das contas, embora a gente tenha, mesmo, um ideal de pais - assim como eles têm da gente - é pura perda de tempo querer mudar o jeito de ser do outro. Para tornar as coisas mais fáceis, o melhor mesmo é aceitá-los como são, não é verdade? Isso não significa aceitar tudo o que os pais impõem. Mas, que tal fazer isso sem desafiar a autoridade da sua mãe, colocando os seus argumentos? "Os pais aprendem com os filhos, e podem modificar muito a visão deles. Mas isso só vai acontecer quando os adolescentes desenvolverem a capacidade de argumentação", avisa Maria Teresa.

Para defender seus pontos de vista, você precisa:

1) Conversar com a sua mãe, ouvindo com respeito o lado dela e compreendendo suas razões;

2) Pensar exatamente no que vai dizer, expondo seus motivos e usando um raciocínio lógico para tentar convencê-la de que a sua opinião também é válida. E aí a gente aprende, com as especialistas, mais uma lição importante: é preciso mostrar que o seu ponto de vista é válido, só isso. "Os conflitos não existem porque mãe e filha pensam diferente. Mas porque uma quer convencer a outra a adotar o seu ponto de vista", afirma Maura di Albuquerque. Segundo as psicólogas, essa habilidade de negociar - que a gente desenvolve também na adolescência, a partir dos conflitos - será importante em todas as fases da nossa vida, em situações profissionais, em relacionamentos afetivos, e assim por diante. Imagine que, quando tomar uma bronca de um futuro chefe, você não poderá, simplesmente, bater a porta na cara dele. Para manter o seu emprego, será preciso encarar a situação com maturidade e, principalmente, pensar na melhor saída para desfazer o climão que ficou entre vocês. Então, por que não começar a treinar esse tipo de atitude em casa, com a sua mãe?

"Os conflitos existem porque a mãe tende a olhar para a adolescência da filha sob a perspectiva da adolescência que ela teve."

ENTENDA AS RAZÕES DELA
Um outro exercício importante - e que também vai valer para o resto da vida - é o de tentar ver o lado da outra pessoa. "Os pais nem sempre agem de acordo com o que a filha espera. Mas é preciso observar que estas são as pessoas que estão cuidando dela desde sempre, que lhe desejam o melhor e que estão sempre tentando acertar. É preciso ter o cuidado de tentar entender o que está por trás, o que a motivou a fazer aquilo. Quase sempre a adolescente descobrirá uma boa intenção", afirma a psicóloga Maura di Albuquerque. Para entender o que diz a especialista, tente se lembrar de um daqueles momentos em que você armou uma briga daquelas com a sua mãe, porque ela não permitiu que você fosse a uma balada qualquer. Na hora do "não", você certamente correu pro seu quarto pensando algo do tipo: "Minha mãe me trata como uma criança, não vê que eu cresci" ou "Ela não confia em mim". A reação é natural. Mas e se, depois da raiva, você tentasse descobrir, de fato, quais são as preocupações dela? Perguntando, ficaria mais fácil. E quando ela dissesse que estava preocupada com a sua segurança, com os seus estudos, ou algo do tipo, você se sentiria um pouco menos vítima, e mais preparada para a boa e velha negociação. "A vida não vai nos dar tudo o que a gente quer, sempre. Os pais nos dão liberdade, mas cobram responsabilidade. Para conquistarmos algo, teremos que mostrar que somos merecedores", explica Maura. Nesse sentido, para resolver os conflitos, também é fundamental mudarmos a nossa postura. Se, em vez de cobrarmos tanto do outro, pudermos doar um pouco de nós, sendo mais colaborativas, por exemplo, vamos perceber o clima ficando mais agradável. Isso pode ser feito de diversas maneiras. Você pode se oferecer para ajudar sua mãe num almoço de domingo. Ou pode convidá-la para ir ao shopping. Quanto mais próximas estiverem, mais irão descobrir coisas em comum e, dessa forma, as diferenças acabam ficando insignificantes. "Mãe e filha não precisam pensar igual para serem companheiras e cúmplices. Mas é interessante buscarem pontos em comum. Isso dará abertura para que, nos momentos de conflito, a conversa flua com mais facilidade", diz Maria Teresa.

FAÇA PAZ, NÃO FAÇA GUERRA
Por fim, na tentativa de melhorar o clima em casa, procure olhar sempre para as coisas boas que a sua mãe faz por você. Se parar para refletir, verá que o que ela pede - respeito, atenção e carinho - é pouco perto do que você está exigindo dela. "Quando temos o reconhecimento e a gratidão, sobra pouco para as críticas e as cobranças. A relação ganha muito com isso", diz Maura. E se cada uma de nós puder praticar esse exercício mais vezes, começando em casa, muita coisa vai mudar, para melhor. Basta fazer diferente.

"Os conflitos não existem porque mãe e filha pensam diferente. Mas porque uma quer convencer a outra a adotar o seu ponto de vista."

Tal mãe, tal filha?
Lidar com as exigências, críticas e opiniões da sua mãe não é fácil. Mas, investir na conversa é a única maneira para acabar com a guerra entre vocês.

Por Rita Trevisan

FAÇA PAZ, NÃO FAÇA GUERRA
Por fim, na tentativa de melhorar o clima em casa, procure olhar sempre para as coisas boas que a sua mãe faz por você. Se parar para refletir, verá que o que ela pede - respeito, atenção e carinho - é pouco perto do que você está exigindo dela. "Quando temos o reconhecimento e a gratidão, sobra pouco para as críticas e as cobranças. A relação ganha muito com isso", diz Maura. E se cada uma de nós puder praticar esse exercício mais vezes, começando em casa, muita coisa vai mudar, para melhor. Basta fazer diferente. Como diz o slogan da Atrê.

"Os conflitos não existem porque mãe e filha pensam diferente. Mas porque uma quer convencer a outra a adotar o seu ponto de vista."

PARA FICAR NA BOA COM A SUA MÃE
Mais dicas práticas para facilitar o seu dia-a-dia em casa:

Maneire nas críticas. Mesmo que perceba algo na sua mãe que não lhe agrade, diga isso a ela como diria a uma amiga, com todo o cuidado para não magoar. Afinal de contas, mãe não é saco de pancadas, né?

Pegue leve também nas exigências. Lembre-se de que ela também tem dores, dificuldades e problemas. Por isso, nem sempre poderá estar disponível para ajudar você a resolver os seus dramas.

Da mesma forma, ao perceber que sua mãe está num dia complicado, esqueça um pouco as coisas do seu interesse e coloque-se à disposição dela, para ajudar. Não é assim que você gostaria de ser tratada?

Tente não ver todos os comentários que ela faz como palpites ou críticas. Na maioria das vezes, só está querendo ajudar.

Desista de convencer sua mãe a aceitar o seu jeito de ver o mundo. Apenas aceite-a do jeito que é, e coloque também os seus argume ntos.

Evite gritarias, xingamentos e qualquer outro tipo de resposta agressiva. Em geral, nada justifica desafiar a autoridade da sua mãe dessa forma.

Se quer mais liberdade, demonstre que tem mais responsabilidade e maturidade do que seus pais imaginam. Em alguns casos, é preciso fazer um investimento antes para receber o benefício depois.


quarta-feira, 17 de junho de 2009

mulheres

Mulheres são tecelãs.
Tecem sonhos com fios de lágrimas.
Mulheres são tecelãs,
tecem vidas em suas barrigas, com esperanças e alegrias infantis.
Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamento e atraem e cativam com um simples olhar.

Mulheres são meninas.

Acreditam em príncipes e finais felizes.

Mulheres são guerreiras.

Enfrentam a luta com galhardia e não esmorecem, mesmo quando cansadas.

Mulheres são sábias. Trazem em si toda a sabedoria do mundo, ao repartir, entre os filhos, o pão, o carinho e o próprio tempo.

Mulheres são especiais.

Mulheres são anjos.

Mulheres são mães, a mais perfeita tradução do mistério da eternidade".

terça-feira, 16 de junho de 2009

o sapo falador

Era uma vez um sapo falador que queria fugir do inverno.
Então, alguns gansos sugeriram que o sapo se juntasse a eles e migrasse, que fosse com eles para um lugar mais quente.
Mas aí apareceu um problema: o sapo não voa, como poderia seguir viagem? Mas o sapo sabido foi logo dizendo: deixem comigo, tenho um cérebro brilhante, vou ter uma boa idéia.
Pensou um pouco e então pediu aos gansos que o ajudassem segurando um caniço forte, cada um numa ponta.
Como o sapo tem um bocão, ele poderia se prender ao cabo pela boca e seguir com os gansos.
Em pouco tempo os gansos e o sapo iniciaram a sua jornada.
Assim que passaram por uma pequena cidade os moradores saíram para ver aquela cena estranha e original.
Quem poderia ter tido uma idéia tão brilhante, perguntaram alguns moradores.
Isso fez com que o sapo se inchasse tanto de orgulho e, se sentindo importante gritou: fui eu, fui eu!
E o orgulho foi sua ruína.
Assim que abriu a boca o sapo se soltou do caniço e começou a cair, estatelando-se no chão.

Moral da história: ninguém jamais morreu por ser humilde e não alardear os seus feitos e orgulho.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Bill Gates, um dos homens mais ricos

Bill Gates, um dos homens mais ricos do mundo

Bill Gates, um dos homens mais ricos do mundo

A Microsoft, foi fundada em 1975 por Bill Gates, então com 19 anos, em parceria com Paul Allen. É a empresa mais reconhecida no mundo, ela é a base dos computadores. Gates liderava o ranking dos mais ricos do mundo desde 1995, segundo a revista Forbes. Sua fortuna era estimada em US$ 130 bilhões.

Em 1999, Gates ultrapassou a marca dos US$ 100 bilhões, mas desde 2000 o valor

Em 1999, Gates ultrapassou a marca dos US$ 100 bilhões, mas desde 2000 o valor nominal da Microsoft vem caindo após o estouro da internet, e também após várias doações multibilionárias feitas por Gates a projetos filantrópicos.

Em 2007, Gates perdeu o primeiro lugar de homem mais rico para um mexicano. Em 2008 a lista de bilionários da Forbes, aponta Gates como o terceiro homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em 58 bilhões de dólares.

domingo, 7 de junho de 2009

Cronologia de grandes naufrágios

Cronologia de grandes naufrágios
O afundamento do navio "Salam 98" no Mar Vermelho com 1.310 pessoas a bordo, soma-se hoje à relação de grandes naufrágios registrados desde 1904.

O número de vítimas e as causas do naufrágio do "Salam 98" ainda não foram divulgados. O navio deveria ter chegado ao Egito à meia-noite de ontem, e naufragou a 56 milhas marítimas (96 quilômetros) do porto de Hurghada.

Esta é a cronologia dos mais graves naufrágios desde o início do século passado.

- 15 julho 1904.- O barco a vapor "General Slocum" se incendeia durante uma excursão pelo East River, na cidade de Nova York, e morrem 1.030 pessoas.

- 15 abril 1912.- O transatlântico britânico "Titanic" se choca contra um iceberg em Terranova (Atlântico Norte) e morrem 1.513 pessoas.

- 28 setembro 1912.- O vapor japonês "Kichemaru" naufraga diante do litoral japonês durante uma tempestade e morrem mil pessoas.

- 24 maio 1914.- O vapor britânico "Empress of Ireland" bate em cargueiro norueguês no rio St. Lawrence, no Canadá, deixando 1.370 mortos.

- 26 fevereiro 1916.- O cruzeiro francês "Provence" afunda no Mediterrâneo e morrem 3.100 pessoas.

- 6 março 1916.- O vapor espanhol "Príncipe de Astúrias" se choca perto de Ilhabela (SP), no litoral brasileiro e morrem pelo menos 445 pessoas.

- 29 agosto 1916.- O navio chinês "Hsin-Yu" naufraga diante do litoral do país e deixa mil mortos.

- 6 dezembro 1917.- A embarcação francesa "Montblanc" e o vapor belga "Imo" colidem no porto de Halifax (Canadá) causando uma explosão que provocou a morte de 1.600 vítimas.

- 18 março 1921.- O vapor chinês "Hong Kong" naufraga ao sul do mar da China e morrem mil pessoas.

- 26 setembro 1954.- A barca japonesa "Toya Maru" afunda no estreito de Tsugaru (mar do Japão) e morrem 1.172 pessoas.

- 27 janeiro 1981.- Morrem 580 pessoas no naufrágio, após pegar fogo, do barco indonésio "Tamponas II" no mar de Java.

- 25 maio 1986.- Um navio afunda no rio Meghna (Bangladesh) e deixa 600 mortos.

- 16 agosto 1986.- Um naufrágio de um barco no rio Dhaleswari (Bangladesh) mata 500 pessoas.

- 20 dezembro 1987.- Mais de 4.300 pessoas morrem no choque da embarcação de passageiros "Dona Paz" com um petroleiro no sul de Manila. É a maior tragédia marítima da navegação comercial.

- 6 agosto 1988.- Cerca de 400 peregrinos hindus morrem no afundamento de um navio no rio Ganges, no nordeste da Índia.

- 15 dezembro 1991.- Pelo menos 470 morrem no naufrágio do navio egípcio "Salem Express" no Mar Vermelho, a cerca de 20 quilômetros do porto de Safaga (Egito).

- 17 fevereiro 1993.- Uma embarcação haitiana afunda no golfo de Gonaibe, a cerca de 110 quilômetros de Porto Príncipe (Haiti), e deixa 1.743 mortos.

- 28 setembro 1994.- O navio "Estônia" deixa 852 mortos ao afundar no mar Báltico, a 40 quilômetros do litoral finlandesas. É a catástrofe naval mais grave na Europa desde o fim da II Guerra Mundial.

- 29 junho 2000.- Morrem os cerca de 482 passageiros que viajavam no navio "Cahaya Bahari" que naufragou perto das ilhas Molucas.

- 21 maio 1996.- Pelo menos 800 morrem no naufrágio de um navio no lago Vitória, na Tanzânia.

- 9 novembro 1996.- Naufraga nos lago Tanganhica uma embarcação com 400 refugiados do Zaire que fugiam dos combates em seu país.

- 26 setembro 2002.- Morrem 1.863 pessoas no naufrágio da embarcação senegalesa "Le Diola" no litoral do Gâmbia. Das 1.200 pessoas a bordo (a capacidade do barco era de 550), de acordo com a lista oficial de passageiros, sobreviveram 64.

- 21 abril 2003.- Em 20 dias, Bangladesh registra cinco naufrágios de barcos fluviais. O resultado são 250 mortos e quase 500 desaparecidos. O mais grave foi o do "Mitali-3", perto de Fatullah. Foram encontrados 132 corpos, mas 200 pessoas continuaram desaparecidas.

- 9 julho 2003.- O afundamento do navio "Nasren-1" deixa 600 desaparecidos no sul de Bangladesh, na confluência dos rios Meghna, Padma e Dakatia, perto de Chandpur (Bangladesh).

sábado, 6 de junho de 2009

Os 7 passos de um casamento feliz

Os 7 passos de um casamento feliz

Surpresas e desafios fazem parte do caminho de qualquer relação. Conheça o que pode facilitar a jornada amorosa

Déborah de Paula Souza Consultoria Tai Castilho, terapeuta de casal e diretora do Instituto de Terapia Familiar de São Paulo Foto Tony Latham/zefa/Corbis/Latinstock

Casamento feliz1. Sonhar juntos


Viajar, arrumar a casa, ter um bebê... O sonho de construir uma vida juntos funda um casal. Ao longo o casamento, os dois mudam e os sonhos também. O grande desafio, em qualquer fase da relação, é lidar com o de sejo do outro, o que implica suportar frustrações e adiamentos ou simplesmente ter que administrar diferenças inesperadas (você quer férias na praia, ele acha melhor trocar de carro...). Por isso, a realização dos planos vai demandar muita conversa. O projeto comum dá a medida de quanto o casal está conectado e aceita limites. Por exemplo: uma mulher bem-sucedida pode descobrir que o marido não tem as mesmas ambições que ela. Os valores e as finanças influenciam a programação. Além do mais, ambos estão sujeitos às pressões sociais e das famílias de origem. Libertar-se de interferências, descobrir o próprio desejo e partilhá-lo com o homem amado são sinais de maturidade. É na convivência que o casal descobre que não dá para apostar tudo no sonho comum. Ambos precisam armazenar fôlego para projetos pessoais. Essa percepção diminui cobranças e abre portas para negociações, permitindo que utopia e realidade se equilibrem.

2. Assumir a família


No casamento, os parceiros levam para casa um legado de valores, crenças e mitos de pelo menos três gerações, mas nem sempre se dão conta dessa bagagem. Por isso, assumir um novo núcleo significa não apenas priorizar um programa com o marido mas também preparar-se para lidar com o encontro de duas culturas diferentes, o que traz riqueza e também atritos. A chegada dos filhos, quando as famílias se aproximam, pode aguçar com petições veladas ou explícitas. Cuidado para não brigar com seu par ao defender uma bandeira da sua família – seja diplomática e tente conhecer as bandeiras da dele. Guardadas as proporções, o casal funda um novo país. Será importante tanto defender o território quanto abrir fronteiras, assimilando influências. Para não pisar em campo minado:

A. Respeite a família do outro.
B. Evite ironias, indiretas e nunca use um desabafo que seu parceiro fez sobre os próprios parentes para atacá-lo.
C. Não confunda enredos. Se seus pais foram ausentes ou invasivos, isso não significa que os dele também sejam.
D. Lembre-se de que nem ele nem você têm como missão reparar as faltas – emocionais ou financeiras – das famílias de origem.

3. Tornem-se amigos


Mas não muito! Esse passo exige cautela. Quem não quer ser amiga do grande amor? É ótimo viver com um bom companheiro, torcer por ele, dar e receber apoio e colo; ser solidário; rir juntos. Tudo isso é uma delícia porque sentir-se parte do mesmo time é uma das faces da paixão. Mas não vale ser amigo demais, senão acaba virando irmão. O equilíbrio é sutil e o ajuste tem a ver com duas perguntas: até que ponto vocês sabem lidar com conflitos? E como anda a libido? Quando a amizade serve para camuflar algum problema nessas áreas, fique alerta. Uma coisa é um casal que cultiva afinidades e sabe construir uma sólida base de confiança – essas condições são essenciais para garantir a longevidade de uma relação. Mas não há nada mais antierótico do que encarar o marido como um velho amigo que não a desafia nem provoca, não instiga mais sua curiosidade porque vocês sentem que ficaram muito parecidos. Aí, a faísca da diferença entre homem e mulher se perde. Esse tipo de amizade morna pode até trazer um certo conforto, uma ilusão de garantia: mas não há mais risco, surpresa, tesão. O marido tem que ser um amigo que a gente ainda tem vontade de beijar na boca.

4. Cultivar o erotismo


Nunca abandone os pequenos rituais – tomar um vinho ou um banho juntos, sair para jantar, dar uma escapada a dois. Sem esses cuidados, o risco de serem engolidos por assuntos domésticos é enorme – vocês deixam de ser amantes e tornam-se grandes “tarefeiros”. A troca afetiva empobrece e a libido não resiste porque a sexualidade não se restringe ao que acontece na cama de casal. Ela se alimenta de todas as situações em que vocês podem admirar um ao outro; se divertir juntos, trocar confidências e também acertar os ponteiros, pois mágoa acumulada esfria qualquer história. As atividades culturais e uma roda de amigos bacanas também oxigenam a relação. É erótico ter uma vida interessante! Os casais com filhos pequenos precisam batalhar pela privacidade. Confie: uma família é mais feliz quando pai e mãe querem continuar namorando. E os casais longevos devem usufruir da intimidade conquistada. As condições para isso: cuidar da saúde física e emocional, fugir da cilada da paixão romântica (exigir-se alta performance sempre) e não acreditar nos mitos do envelhecimento, pois a sexualidade é parte da vida e não apenas da juventude.

5. Aprender a brigar


A boa briga é aquela em que todas as opiniões são legitimadas. Talvez o casal não chegue a um consenso, mas é importante que as diferenças se manifestem, que ambos possam se colocar sem simular que está tudo bem quando não estiver. A briga produtiva é muito diferente de gritar e xingar, de ficar muda e emburrada ou ainda de insistir nas eternas reclamações, que só desgastam e amortecem o conflito, quando o fundamental é enfrentá-lo. A chave é: fazer-se escutar e abrir-se para ouvir o outro. Caso contrário, o motivo da briga deixa de ser importante, e vocês disputarão a última palavra. Cuidado com as certezas absolutas, a ilusão da verdade única – o que existe são duas visões que precisam ser respeitadas. Isso abrirá espaço para futuras negociações. Discutir só para ver quem tem razão é destrutivo e não ajuda a simbolizar o que é necessário. E, diante do confronto, vocês terão que elaborar perdas, como a imagem do casal perfeito e as idealizações a respeito do parceiro. Por mais que exista amor, o convívio mostra que o outro não é “tudo o que você sonhou”, e sim uma pessoa real, que pode pensar diferente.

6. Enfrentar a dor


O sofrimento é um teste radical, e a possibilidade de saírem fortalecidos dele está condicionada ao repertório que vocês conseguiram construir. Enfrentar uma experiência de luto, uma doença, falência ou um longo período de desemprego não é fácil. Um turbilhão de emoções, como tristeza, frustração e raiva, colocará em xeque a confiança e a qualidade da relação. Numa situação, por exemplo, em que um dos parceiros entra em depressão ou enfrenta uma derrocada financeira, a fragilidade fica escancarada e alguém pode pensar: “Não foi com essa pessoa que eu me casei”. Cuidado para não estigmatizar o outro, não feri-lo com gestos ou palavras, não lhe dar instruções sobre o que fazer. Talvez ele só precise de atenção e ouvidos. A expectativa é que, num momento difícil, um apoie o outro. A desestabilização, porém, pode inviabilizar isso, gerando mágoas e cobranças até mesmo numa situação de sofrimento mútuo, como a morte de um filho. Diante dos grandes impasses, é importante buscar ajuda terapêutica. Um casal que ultrapassa a tempestade cria uma cumplicidade rara, reafirmando a promessa de companheirismo ”na alegria e na tristeza”.

7. Fazer acordos


Tempo e dinheiro são as duas moedas mais valiosas da nossa época. Na dinâmica de casal, elas acionam questões emocionais. Todo relacionamento tem um livro-caixa invisível, onde ficam as perguntas: quem está devendo? Quem está dando mais ou menos para a relação? Quando essa cotação se desequilibra, as carências – de atenção, sexo, apoio, afeto – e apelos subjetivos de toda ordem podem apresentar-se em forma de cobranças de tempo, dinheiro e prestação de serviços. Portanto, a primeira atitude é tentar descobrir o que incomoda. Onde é que vocês dois sentem-se magoados, sobrecarregados, roubados? Assim será possível fazer acordos mais justos. O segundo ponto é ver se vocês estão numa relação complementar, do tipo: esposa organizada versus marido desligado ou vice-versa. Os dois podem se acomodar nesses papéis e se prejudicar. O melhor antídoto contra isso é esquecer a lenda de que cada um é a “metade da laranja”. Mentira. Cada um é uma pessoa inteira e precisa responsabilizar-se pelo próprio equilíbrio e fazer sua parte na dinâmica conjugal. Essa postura agiliza a administração da agenda e do orçamento doméstico.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

tortinha de morango

Tortinha Folhadas de Morango




1 rolo de massa folhada 1 clara Chantilly a gosto 1 caixinha de morango 1 lata de leite condensado 1 gema peneirada 1 e 1/2 latas de leite 1 colher de sopa de maisena

Para fazer a base, abra a massa folhada e use um cortador redondo no tamanho de sua preferência Faça 4 ou 5 argolas com o cortador que usou para a base e outro menor Cole-os um sobre o outro com clara de ovo, fazendo como se fosse um copinho de massa folhada Repita o procedimento com toda a massa Coloque-os em uma assadeira antiaderente, sem untar, pincele com gema Leve ao forno médio, pré-aquecido, até dourar Para o creme, leve ao fogo o leite condensado, a gema e o leite com a maisena dissolvida Mexa até engrossar um pouco Espere amornar Após as massas assadas e o creme morno, coloque o creme nas massas e acrescente pedaços de morango Cubra com chantilly e decore com morango





quinta-feira, 4 de junho de 2009

DICA DE BEIJOS

Dicas de seducao e beijo

Há beijos para diversas ocasiões, momentos e lugares. Da mesma maneira que a muitos tipos de beijo, à aqueles frios, ardentes, desejados e até mesmo aqueles mais provocantes.

Se você está na etapa de conquista, saiba que o primeiro passo para a sedução da mulher amada é através do beijo, será com a ação de beijo que você saberá se terá chance de ir além ou parar pelo meio do caminho.

Pode não haver modos e ensinamentos de como se beijar, porém a dicas que podem fazer do seu beijo um momento especial e único. Beijo é bom? Sim, é, desde que seja com a pessoa certa.

Já no momento do beijo. De primeira, imponha o seu ritmo ou na pior da hipóstase siga suavemente seguindo o ritmo do parceiro. Outro detalhe importantíssimo é deixar a boca, o hálito sempre limpa e refrescante. Ao utilizar perfume no pescoço, de poucas borrifadas, um cheirinho é sempre bom, mas nada de exageros.

conheca-as-diferentes-formas-de-se-dar-um-beijo.jpgBeijar é sempre muito bom, é por meio dessa prática que podemos demonstrar o carinho especial que temos por uma determinada pessoa. Dizem que o beijo surgiu na Índia em 500 a.c, sendo que isso era expresso também nas esculturas e monumentos da época.

As formas de se beijar foram sofrendo variações com o passar dos séculos e a modernização do mundo colaborou para que a prática se tornasse mais comum. O beijo de língua é certamente o mais apreciado, ele está relacionado a paixão e isso é uma sensação apreciada pelos seres humanos.

Cada pessoa tem as suas próprias preferências quando o assunto é beijo, enquanto uns preferem algo lento e romântico, outros já são adeptos a um beijo selvagem e complementado por cariciais. O ato de beijar não precisa ser necessariamente ligado a assuntos amorosos, ele também pode ser uma forma de demonstrar outros tipos de afeto.

O beijo no rosto é muito utilizado como uma forma de cumprimento, na França até os homens tem o costume de se beijarem assim. Já um beijinho na testa pode ser sinal de um “Conte comigo” ou de um “Não te quero mais” quando se trata de uma relação amorosa. Temos ainda o selinho, uma espécie de beijo que apenas encosta os lábios e pode ser associado a amizade.

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ola pessoal espero que gostem do blog.......