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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

GRAVIDES E ADOLESCENTES



Adolescência e Gravidez

A adolescência implica num período de mudanças físicas e emocionais considerado, por alguns, um momento de conflitivo ou de crise. Não podemos descrever a adolescência como simples adaptação às transformações corporais, mas como um importante período no ciclo existencial da pessoa, uma tomada de posição social, familiar, sexual e entre o grupo.

A puberdade, que marca o início da vida reprodutiva da mulher, é caracterizada pelas mudanças fisiológicas corporais e psicológicas da adolescência. Uma gravidez na adolescência provocaria mudanças maiores ainda na transformação que já vinha ocorrendo de forma natural. Neste caso, muitas vezes a adolescente precisaria de um importante apoio do mundo adulto para saber lidar com esta nova situação.

Porque a adolescente fica grávida é uma questão muito incômoda aos pesquisadores. São boas as palavras de Vitalle & Amâncio (idem), segundo as quais a utilização de métodos anticoncepcionais não ocorre de modo eficaz na adolescência, inclusive devido a fatores psicológicos inerentes ao período da adolescência. A adolescente nega a possibilidade de engravidar e essa negação é tanto maior quanto menor a faixa etária.

A atividade sexual da adolescente é, geralmente, eventual, justificando para muitas a falta de uso rotineiro de anticoncepcionais. A grande maioria delas também não assume diante da família a sua sexualidade, nem a posse do anticoncepcional, que denuncia uma vida sexual ativa. Assim sendo, além da falta ou má utilização de meios anticoncepcionais, a gravidez e o risco de engravidar na adolescente podem estar associados a uma menor auto-estima, à um funcionamento familiar inadequado, à grande permissividade falsamente apregoada como desejável à uma família moderna ou à baixa qualidade de seu tempo livre. De qualquer forma, o que parece ser quase consensual entre os pesquisadores, é que as facilidades de acesso à informação sexual não tem garantido maior proteção contra doenças sexualmente transmissíveis e nem contra a gravidez nas adolescentes.

Uma vez constatada a gravidez, se a família da adolescente for capaz de acolher o novo fato com harmonia, respeito e colaboração, esta gravidez tem maior probabilidade de ser levada a termo normalmente e sem grandes transtornos. Porém, havendo rejeição, conflitos traumáticos de relacionamento, punições atrozes e incompreensão, a adolescente poderá sentir-se profundamente só nesta experiência difícil e desconhecida, poderá correr o risco de procurar abortar, sair de casa, submeter-se a toda sorte de atitudes que, acredita, “resolverão” seu problema.O bem-estar afetivo da adolescente grávida é muito importante para si própria, para o desenvolvimento da gravidez e para a vida do bebê. A adolescente grávida, principalmente a solteira e não planejada, precisa encarar sua gravidez a partir do valor da vida que nela habita, precisa sentir segurança e apoio necessários para seu conforto afetivo, precisa dispor bastante de um diálogo esclarecedor e, finalmente, da presença constante de amor e solidariedade que a ajude nos altos e baixos emocionais, comuns na gravidez, até o nascimento de seu bebê.

Mesmo diante de casamentos ocorridos na adolescência de forma planejada e com gravidez também planejada, por mais preparado que esteja o casal, a adolescente não deixará de enfrentar a somatória das mudanças físicas e psíquicas decorrentes da gravidez e da adolescência.

A gravidez na adolescência é, portanto, um problema que deve ser levado muito a sério e não deve ser subestimado, assim como deve ser levado a sério o próprio processo do parto. Este pode ser dificultado por problemas anatômicos e comuns da adolescente, tais como o tamanho e conformidade da pelve, a elasticidade dos músculos uterinos, os temores, desinformação e fantasias da mãe ex-criança, além dos importantíssimos elementos psicológicos e afetivos possivelmente presentes.

Para se ter idéia das intercorrências emocionais na gravidez de adolescentes, em trabalho apresentado no III Fórum de Psiquiatria do Interior Paulista, em 2000, Gislaine Freitas e Neury Botega mostraram que, do total de adolescentes grávidas estudadas na Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba, foram encontrados: casos de Ansiedade em 21% delas, assim como 23% de Depressão. Ansiedade junto com Depressão esteve presente em 10%.

Importantíssima foi a incidência observada para a ocorrência de ideação suicida, presente 16% dos casos, mas, não encontraram diferenças nas prevalências de depressão, ansiedade e ideação suicida entre os diversos trimestres da gravidez. Tentativa de suicídio ocorreu em 13% e a severidade da ideação suicida associação significativa com a severidade depressão.

Procurando conhecer algumas outras características da população de adolescentes grávidas como estado civil, escolaridade, ocupação, menarca, atividades sexuais, tipo de parto, número de gestações e realização de pré-natal, Maria Joana Siqueira refere alguns números interessantes.

Números interessantes da Gravidez na Adolescência

Porcentagem de grávidas entre 16 e 17 anos

84%

Primigestas (primeira gestação)

75%

Freqüentaram o pré-natal

95%

Tiveram parto normal

68%

Menarca (1a. menstruação) entre os 11 e 12 anos

52%

Não utilizavam nenhum método contraceptivo

56%

Usavam camisinha às vezes

28%

Utilizavam a pílula

16%

A primeira relação sexual ocorreu*:

até os 13 anos

10%

entre 14 e 16 anos

27%

entre 17 e 18 anos

18%

entre 19 e 25 anos

17%

depois dos 25 anos

2%

*- Referência


Ideação Suicida em Adolescentes Grávidas

Gisleine Vaz Scavacini de Freitas e Neury José Botega (Unicamp) têm um estudo sobre ideação de suicídio em adolescentes grávidas. Estudaram 120 adolescentes grávidas (40 de cada trimestre gestacional), com idades variando entre 14 e 18 anos, atendidas em serviço de pré-natal da Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba.

Do total dos sujeitos, foram encontrados: casos de ansiedade em 25 (21 %); casos de depressão em 28 (23%). Desses, 12 (10%) tinham ansiedade e depressão. Ideação suicida ocorreu em 19 (16%) das pacientes. Não foram encontradas diferenças nas prevalências de depressão, ansiedade e ideação suicida nos diversos trimestres da gravidez.

As tentativas de suicídio anteriores ocorram em 13% das adolescentes grávidas. A severidade dessas tentativas de suicídio teve associação significativa com o grau da depressão, bem como com o estado civil da pacientes (solteira sem namorado).


ANDREIA CAETANO PIUMHI

sábado, 7 de novembro de 2009

letra de música

Inspiração dos meus sonhos, não quero acordar.
Quero ficar só contigo, não vou poder voar.
Por que parar pra refletir se meu reflexo é você?
Aprendendo uma só vida, compartilhando prazer.

Por que parece que na hora não vou agüentar,
Se eu sempre tive força e nunca parei de lutar?

Como num filme no final tudo vai dar certo.
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto?

(refrão):

Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo

O tempo que passamos juntos vai ficar pra sempre,
Intimidades, brincadeiras, só a gente entende.

Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo:
Ha muito tempo eu não cresci o que eu cresci contigo.

Juntos no balanço da rede, sob o céu estrelado,
Sempre acontece, o tempo pára quando eu tô do seu
lado.

A noite chega eu fecho os olhos e é você que eu vejo,
Como queria estar contigo eu paro e faço um desejo:

Pensa em mim
Que eu tô pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem prá cá, pra eu ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez que te amo (3x)

Mais uma vez que te amo...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

significado do pentagrama

O Pentagrama

(Texto informativo sobre o Pentagrama e suas influências
Adaptação de um Texto de Samantha Bettencourt)

Desde os primórdios da humanidade, o ser humano sempre se sentiu envolto por forças superiores e trocas energéticas que nem sempre soube identificar. Sujeito a perigos e riscos, teve a necessidade de captar forças benéficas para se proteger dos seus inimigos e das vibrações maléficas. Foi em busca de imagens, objectos, e criou símbolos para poder entrar em sintonia com energias superiores e ir ao encontro de alguma forma de protecção.

Dentre estes inúmeros símbolos criados pelo homem, destaca-se o pentagrama, que evoca uma simbologia múltipla, sempre fundamentada no número 5, que exprime a união dos desiguais. As cinco pontas do pentagrama põem em acordo, numa união fecunda, o 3, que significa o princípio masculino, e o 2, que corresponde ao princípio feminino. Ele simboliza, então, o andrógino.

O pentagrama sempre esteve associado com o mistério e a magia. Ele é a forma mais simples de estrela, que deve ser traçada com uma única linha, sendo consequentemente chamado de Laço Infinito.

A potência e associações do pentagrama evoluíram ao longo da história. Hoje é um símbolo omnipresente entre os neo-pagãos, com muita profundidade mágica e grande significado simbólico.

Um dos seus mais antigos usos encontra-se na Mesopotâmia, onde a figura do pentagrama aparecia em inscrições reais e simbolizava o poder imperial que se estendia "aos quatro cantos do mundo". Entre os Hebreus, o símbolo foi designado como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho
Testamento, atribuídos a Moisés). Às vezes é incorrectamente chamado de "Selo de Salomão", sendo, entretanto, usado em paralelo com o Hexagrama.

Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto por cinco “A”.

Pitágoras, filósofo e matemático grego, grande místico e moralista, iniciado nos grandes mistérios, percorreu o mundo nas suas viagens e, em decorrência, se encontram possíveis explicações para a presença do pentagrama, no Egipto, na Caldeia e nas terras ao redor da Índia. A geometria do pentagrama e as suas associações metafísicas foram exploradas pelos pitagóricos, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como "A Proporção Dourada", que ao longo da arte pós-helénica, pôde ser observada nos projectos de alguns templos.

Para os agnósticos, era o pentagrama a "Estrela Ardente" e, como a Lua crescente, um símbolo relacionado à magia e aos mistérios do céu nocturno. Para os druidas, era um símbolo divino e, no Egipto, era o símbolo do útero da terra, guardando uma relação simbólica com o conceito da forma da pirâmide. Os celtas pagãos atribuíam o símbolo do pentagrama à Deusa Morrigham.

Os primeiros cristãos relacionavam o pentagrama às cinco chagas de Cristo e, desde então, até aos tempos medievais, era um símbolo cristão. Antes da Inquisição não havia nenhuma associação maligna ao pentagrama; pelo contrário, era a representação da verdade implícita, do misticismo religioso e do trabalho do Criador.

O imperador Constantino I, depois de ganhar a ajuda da Igreja Cristã na posse militar e religiosa do Império Romano em 312 d.C., usou o pentagrama junto com o símbolo de chi-rho (uma forma simbólica da cruz), como seu selo e amuleto. Tanto na celebração anual da Epifania, que comemora a visita dos três Reis Magos ao menino Jesus, assim como também a missão da Igreja de levar a verdade aos gentios, tiveram como símbolo o pentagrama, embora em tempos mais recentes este símbolo tenha sido mudado, como reacção ao uso neo-pagão do pentagrama.

Em tempos medievais, o "Laço Infinito" era o símbolo da verdade e da protecção contra demónios. Era usado como um amuleto de protecção pessoal e guardião de portas e janelas.

Os Templários, uma ordem militar de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem, e amealhou também grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da "Ordem dos Templários", ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilómetros ao redor do centro. Há grande evidência da criação de outros alinhamentos geométricos exactos de Pentagramas como também de um Hexagrama, centrado nesse pentagrama natural, na localização de numerosas capelas e santuários nessa área.

Está claro, no que sobrou das construções dos Templários, que os arquitectos e pedreiros associados à poderosa ordem conheciam muito bem a geometria do pentagrama e a "Proporção Dourada", incorporando aquele misticismo aos seus projectos.

Entretanto, a "Ordem dos Templários" foi inteiramente dizimada, vítima da avareza da Igreja e de Luis IX, religioso fanático da França, em 1303. Iniciaram-se os tempos negros da Inquisição, das torturas e falsos-testemunhos, de purgar e queimar, esparramando-se como a repetição em câmara-lenta da peste negra, por toda a Europa.

Durante o longo período da Inquisição, havia a promulgação de muitas mentiras e acusações em decorrência dos "interesses" da ortodoxia e eliminação de heresias. A Igreja mergulhou por um longo período no mesmo diabolismo ao qual buscou se opor.

O pentagrama foi visto, então, como simbolizando a cabeça de um bode ou o diabo, na forma de Baphomet, e era Baphomet quem a Inquisição acusou os Templários de adorar. Também, por esse tempo, envenenar como meio de assassinato entrou em evidência. Ervas potentes e drogas trazidas do leste durante as Cruzadas, entraram na farmacopeia dos curandeiros, dos sábios e das bruxas. Curas, mortes e mistérios desviaram a atenção dos dominicanos da Inquisição, dos hereges cristãos, para as bruxas pagãs e para os sábios, que tinham o conhecimento e o poder do uso dessas drogas e venenos.

Durante a purgação das bruxas, outro deus cornudo, como Pan, chegou a ser comparado com o diabo (um conceito cristão) e o pentagrama - popular símbolo de segurança - pela primeira vez na história, foi associado ao mal e chamado "Pé da Bruxa". As velhas religiões e os seus símbolos caíram na clandestinidade por medo da perseguição da Igreja e lá ficaram definhando gradualmente, durante séculos.

As sociedades secretas de artesãos e eruditos, que durante a inquisição viveram uma verdadeira paranóia, realizando os seus estudos longe dos olhos da Igreja, já podiam agora com o fim do período das trevas da Inquisição, trazer à luz o Hermetismo, ciência doutrinaria ligada ao agnosticismo surgida no Egipto, atribuída ao deus Thot, chamado pelos gregos de Hermes Trimegisto, e formada principalmente pela associação de elementos doutrinários orientais e neoplatónicos. Cristalizou-se, então, um ensinamento secreto em que se misturavam filosofia e alquimia, ciência oculta da arte de transmutar metais em ouro. O simbolismo gráfico e geométrico floresceu, tornou-se importante e, finalmente, o período do Renascimento emergiu, dando início a uma era de luz e desenvolvimento.

Um novo conceito de mundo pôde ser passado para a Europa renascida, onde o pentagrama (representação do número cinco), significava agora o microcosmo, símbolo do Homem Pitagórico que aparece como uma figura humana de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz; o Homem Individual. A mesma representação simbolizava o macrocosmo, o Homem Universal – dois eixos, um vertical e outro horizontal, passando por um mesmo centro. Um símbolo de ordem e de perfeição, da Verdade Divina. Portanto, "o que está em cima é como o que está em baixo", como durante muito tempo já vinha sendo ensinado nas filosofias orientais.

O pentagrama pitagórico – que se tornou, na Europa, o de Hermes, gnóstico – já não aparece apenas como um símbolo de conhecimento, mas também como um meio de conjurar e adquirir o poder. Figuras de Pentagramas eram utilizadas pelos magos para exercer o seu poder: existiam Pentagramas de amor, de má sorte, etc.

No calendário de Tycho Brahe "Naturale Magicum Perpetuum" (1582), novamente aparece a figura do pentagrama com um corpo humano sobreposto, que foi associado aos elementos. Agripa (Henry Cornelius Von de Agripa Nettesheim), contemporâneo de Tycho Brahe, mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando à sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.
Mais tarde, o pentagrama veio simbolizar a relação da cabeça para os quatro membros e consequentemente da pura essência concentrada de qualquer coisa, ou o espírito para os quatro elementos tradicionais: terra, água, ar e fogo – o espírito representado pela quinta-essência (a "Quinta Essentia" dos alquimistas e agnósticos).

Na Maçonaria, o homem microcósmico era associado com o Pentalpha (a estrela de cinco pontas). O símbolo era usado entrelaçado e perpendicular ao trono do mestre da loja. As propriedades e estruturas geométricas do "Laço Infinito" foram simbolicamente incorporadas aos 72 graus do Compasso – o emblema maçónico da virtude e do dever.

Nenhuma ilustração conhecida associando o pentagrama com o mal aparece até o Século XIX. Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant) ilustra o pentagrama vertical do homem microcósmico ao lado de um pentagrama invertido, com a cabeça do bode de Baphomet (figura panteísta e mágica do absoluto). Em decorrência dessa ilustração e justaposição, a figura do pentagrama, foi levada ao conceito do bem e do mal.

Contra o racionalismo do Século XVIII, sobreveio uma reacção no Século XIX, com o crescimento de um misticismo novo que muito deve à Santa Cabala, tradição antiga do Judaísmo, que relaciona a cosmogonia de Deus e universo à moral e verdades ocultas, e a sua relação com o homem. Não é tanto uma religião mas, sim, um sistema filosófico de compreensão fundamentado num simbolismo numérico e alfabético, relacionando palavras e conceitos.

Eliphas Levi foi um expositor profundo da Cabala e instrumentou o caminho para a abertura de diversas lojas de tradição hermética no ocidente: a "Ordem Temporale Orientalis" (OTO), a "Ordem Hermética do Amanhecer Dourado" (Golden Dawn), a "Sociedade Teosófica", os "Rosa-cruz", e muitas outras, inclusive as modernas Lojas e tradições da Maçonaria.

Levi, entre outras obras, utilizou o Tarot como um poderoso sistema de imagens simbólicas, que se relacionavam de perto com a Cabala. Foi Levi também quem criou o Tetragrammaton – ou seja, o pentagrama com inscrições cabalísticas, que exprime o domínio do espírito sobre os elementos, e é por este signo que se invocavam, em rituais mágicos, os silfos do ar, as salamandras do fogo, as ondinas da água e os gnomos da terra ("Dogma e Ritual da Alta Magia" de Eliphas Levi).

A Golden Dawn, no seu período áureo (de 1888 até o começo da primeira guerra mundial), muito contribuiu para a disseminação das raízes da Cabala Hermética moderna ao redor do mundo e, através de escritos e trabalhos de vários de seus membros, principalmente Aleister Crowley, surgiram algumas das ideias mais importantes da filosofia e da mágica da moderna Cabala.

Em torno de 1940, Gerald Gardner adoptou o pentagrama vertical, como um símbolo usado em rituais pagãos. Era também o pentagrama desenhado nos altares dos rituais, simbolizando os três aspectos da deusa mais os dois aspectos do deus, nascendo, então, a nova religião Wicca.

Por volta de 1960, o pentagrama retomou força como poderoso talismã, juntamente com o crescente interesse popular em bruxaria e Wicca, e a publicação de muitos livros (incluindo vários romances) sobre o assunto, ocasionando uma decorrente reacção da Igreja, preocupada com esta nova força emergente.

Um dos aspectos extremos dessa reacção foi causado pelo estabelecimento do culto satânico - "A Igreja de Satanás" - por Anton La Vey. Como emblema da sua igreja, La Vey adoptou o pentagrama invertido (inspirado na figura de Baphomet de Eliphas Levi). Isso agravou com grande intensidade a reacção da Igreja Cristã, que transformou o símbolo sagrado do pentagrama, invertido ou não, em símbolo do diabo.

A configuração da estrela de cinco pontas, em posições distintas, trouxe vários conceitos simbólicos para o pentagrama, que foram sendo associados, na mente dos neo-pagãos, a conceitos de magia branca ou magia negra. Esse facto ocasionou a formação de um forte código de ética de Wicca – que trazia como preceito básico: "Não desejes ou faças ao próximo, o que não quiseres que volte para vós, com três vezes mais força daquela que desejaste."

Apesar dos escritos criados para diferenciar o uso do pentagrama pela religião Wicca, das utilizações feitas pelo satanismo, principalmente nos Estados Unidos, onde os cristãos fundamentalistas se tornaram particularmente agressivos a qualquer movimento que envolvesse bruxaria e o símbolo do pentagrama, alguns wiccans tornaram-se contrários ao uso deste símbolo, como forma de se protegerem contra a discriminação estabelecida por grupos religiosos radicais.

Apesar de todas as complexidades ocasionadas através dos diversos usos do pentagrama, ele tornou-se firmemente um símbolo indicador de protecção, ocultismo e perfeição. As suas mais variadas formas e associações em muito evoluíram ao longo da história e mantêm-se com toda a sua omnipresença, significado e simbolismo, até os dias de hoje.

O Pentagrama é o símbolo de toda criação mágica.

Suas origens estão perdidas no tempo. O pentagrama foi usado por muitos grupos de pessoas ao longo da História como símbolo de poder mágico. O Pentagrama é conhecido com a estrela do microcosmo, ou do pequeno universo, a figura do homem que domina o espírito sobre a matéria, a inteligência sobre os instintos. Na Europa Medieval era conhecido como "Pé de Druida" e como "Pé de Feiticeiro", em outras épocas ficou conhecido como "Cruz dos Goblins".

O Pentagrama representa o próprio corpo, os 4 membros e a cabeça. É a representação primordial dos 5 sentidos tanto interiores como exteriores.

Além disso, representa os 5 estágios da vida do homem:

Nascimento: o início de tudo

Infância: momento onde o indivíduo cria suas próprias bases

Maturidade: fase da comunhão com as outras pessoas

Velhice: fase de reflexão, momento de maior sabedoria

Morte: tempo do término para um novo início

pentagrama.jpg image by cris-bonfim




O Pentagrama é o símbolo da Bruxaria. Os Bruxos usam um Pentagrama para representar a sua fé e para se reconhecerem. O Pentagrama é tão importante para um Wiccan, assim como uma cruz é importante para um cristão, ou como um Selo de Salomão é importante para um judeu.

O Pentagrama representa o homem dentro do círculo, o mais alto símbolo da comunhão total com os Deuses. É o mais alto símbolo da Arte, pois mostra o homem reverenciando a Deusa, já que é a estilização de uma estrela (homem) assentada no círculo da Lua Cheia (Deusa).

Cada uma das pontas possui um significado particular:
PONTA 1 – ESPÍRITO: representa os criadores, a Deusa e o Deus, pois eles guiam a nossa vida e nos ajudam na realização dos ritos e trabalhos mágicos. O Deus e a Deusa são detentores dos 4 elementos e estes elementos são as outras 4 pontas.

PONTA 2 – TERRA: representa as forças telúricas e os poderes dos elementais da terra, os Gnomos. É a ponta que simboliza os mistérios, o lado invisível da vida, a força da fertilização e do crescimento.

PONTA 3 – AR: representa as forças aéreas e os poderes dos Silfos. Corresponde à inteligência, ao poder do saber, a força da comunicação e da criatividade.

PONTA 4 – FOGO: representa a energia, a vontade e o poder das Salamandras. Corresponde às mudanças, às transformações. É a força da activação e da agilidade.

PONTA 5 – ÁGUA: representa as forças aquáticas e aos poderes das Ondinas. Está ligada às emoções, ao entardecer, ao inconsciente. Corresponde às forças da mobilidade e adaptabilidade.

Portanto, o Bruxo que detém conhecimento sobre os elementos usa o Pentagrama como símbolo de domínio e poder sobre os mesmos.

andreia caetano piumhi mg

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

terça-feira, 3 de novembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

HALOWEEN

HALOWEEN TUPINIQUIM










(Autor: Argento - Waldyr Argento Jr)
Parecia uma festa normal, a não ser, é claro, pelas fantasias oriundas do império americano. Entra ano e sai ano e nós brasileiros nos rendemos mais à cultura do capitalismo selvagem.
Antes que digam que sou um comunista ou socialista, vou logo esclarecendo: sou meio humanista. Tudo bem, vocês podem me dizer que eu estou errado, e daí? É assim que penso!
Mas, vamos ao que realmente é motivo dessa “croniqueta”. O povo todo vestido de bruxa, de caveira, fantasia de abóbora era uma perfeita festa de halloween... Exceto é claro pelo país, tupiniquim! Todos, todos sem exceção se divertiam, afinal era uma festa, né?
E festa é conosco mesmo!!! Já viste povo mais animado que o nosso? Eu não!!!

E lá pelas tantas da celebração às bruxas, aparece um indivíduo diferente... Não, não era uma das bruxas de Eastwood, e nem o Harry Porter, muito menos o Senhor dos Anéis... Era um negrinho franzino e que mancava, pois só tinha uma das pernas... Todos pensavam se tratar de um disfarce... Mas o cachimbo que exalava um cheiro tradicional e as evidências mostravam que era um ser diferente. Talvez oriundo das histórias em quadrinhos, ou mais precisamente um dos personagens do mestre Lobato... E o dito cujo riu para o pessoal, soltou uma baforada e indagou:
- Eta festa boa essa molecada!!! Quanta animação pessoal!!! Posso saber o que vocês estão comemorando???
Um dos convidados mais exaltado resolveu retrucar o menino:
- Que fantasia maneira, neguinho!!! Cadê a sua outra perna... – E riu do moleque, pensando se tratar de um truque de imagem, de espelhos...
Ah, sei lá!!!

O vulgo pretinho sorriu e deu mais uma baforada no seu cachimbo:
- Uai, isso é festa das boas, mas não consigo entender de quê? E quanto a truques... Eu sou mesmo assim!!! Se falta a outra perna, sobra coragem!!!
- Amigos... Bonita essa brincadeira, né??? Mas alguém pode me informar o quê está acontecendo? – indagou um dos participantes, curioso.
- Sabemos não, amigo!!! Acho que deve ser coisa do pai de vocês!!! – retrucou outro participante do evento.
- Que pai doces, o quê!!! Eu vi essa animação toda e resolvi participar!!! Afinal, uma festa cheia de indivíduos estranhos como eu e de bruxas!!! Que festa é essa??? – indagou o pretinho.
- É Halloween!!!
- O quê? É Haroldo ruim, é? Bem que me disseram que o menino não era flor que se cheire!!! Esse tal de Haroldo, hein?
- Ô seu neguinho manco!!! Vai embora, vai!!! Não vê que Halloween é a festa das bruxas??? E o Haroldo é o filho do dono dessa mansão e que financiou essa festinha!!!
- Das bruxas??? Interessante, né? Se é festa das bruxas por que não convidaram a Cuca?
- Quê Cuca o quê, moleque!!! Tu tá é lelé da cuca!!!
- A Cuca, oras!!! A bruxa mais conhecida do Brasil!!! Acho que ela vai ficar sentida com essa falta de consideração!!!
Nisso, do nada aparece a feiosa em carne e osso. E com o seu rabão de jacaré!!!
- Saci??? Tu me chamaste moleque???
- Aiiiii!!! Não falei!!! Mexeram com a dita cuja!!! Agora ocês que agüentem a sua fúria!!!
Nisso, todos convidados começam a desconfiar dos dois personagens. Primeiro procuram em vão a outra perna do Saci. E se desesperam com o fato do moleque ir, vir e às vezes sumir sem deixar vestígios. Ao tentarem encarar a bruxa Cuca, alguns recebem um pouco da sua ira em raios elétricos de baixa intensidade... Outros chegam a se ferir um pouco testando os seus dentes. E alguns mais desavisados tomam uma pequena lambada dela. Sabe-se Deus quando irão despertar. Mas o fato é que quando se apercebem que se trata do Saci e da Cuca de verdade, os meninos vestidos de bruxa e de amigos do TIO SAM, fogem desesperados do local.
Aos risos, o Saci indaga à Cuca:
- Viu amiga, o que dá mexer com nós??? Saíram todos correndo pras suas casinhas, né???
- Isso aí, Saci amigo!!!
- É, Cuca!!! E óia que eles nem conheceram o Curumim, o Boitatá e nem a Mula sem cabeça!!!
- É, eta povinho fraco esse, né???
(fonte: http://www.sosaci.org/euvium.htm)

ORIGEM DA PALAVRA HALOWEEN
A palavra Halloween tem origem na religião católica. É uma contração da expressão "Ali Halliows Eve", no inglês atual, "All Hallows Eve", que significa "Véspera do Dia de Todos os Santos".
O Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas, é comemorado na noite de 31 de outubro. No aspecto religioso, essa ocasião é conhecida como a vigília da Festa de Todos os Santos, dia 1º de novembro. Estudiosos de folclore acreditam que os costumes populares do Halloween exibem traços do Festival da Colheita, realizado pelos romanos em honra à Pamona (deusa das frutas), e também do Festival Druída de Samhain (Senhor da Morte e Príncipe das Trevas).
De acordo com a crença, Samhain reunia as almas dos que tinham morrido durante o ano para levá-los ao céu dos druídas, nesse exato dia. Para os druídas, Samhain era o fim do verão e o Festival dos Mortos. O dia 31 de outubro marca também o término do ano céltico.
Período Pré-Cristão
Acreditava-se que os espíritos dos mortos voltavam para visitar seus parentes à procura de calor e provisões, pois o inverno aproximava-se e, junto a ele, o reinado do Príncipe das Trevas. Os Druídas invocavam forças sobrenaturais para acalmar os espíritos maus.
Estes raptavam crianças, destruíam plantações e matavam os animais das fazendas. Acendiam-se fogueiras nos topos das colinas nas noites de Samhain. As fogueiras talvez fossem acesas para guiar os espíritos às casas dos seus parentes ou para matarem ou espantarem as bruxas. A inclusão de feiticeiras, fadas e duendes nesses rituais originou-se da crença pagã de que, na véspera do Dia de Todos os Santos, havia uma grande quantidade de espíritos de mortos que levavam avante uma oposição aos ritos da igreja de Roma, e que vinham ridicularizar a celebração de Todos os Santos, com festas e folias próprias deles mesmos. Supunha-se que fantasmas " frustrados" pregavam peças nos humanos e causavam acontecimentos sobrenaturais.
Período Cristão
Com o passar dos tempos, a comemoração do Halloween tornou-se alegre e divertida, sem todos aqueles vestígios sombrios e tenebrosos da tradição céltica, tornando-se mais conhecida na América após a emigração escocesa, em 1840. Alguns dos costumes trazidos pelos colonos foram mantidos, mas outros foram mudados, a fim de que houvesse adaptação às novas maneiras de viver.
Como exemplo, temos as Jack-O-Lanterns que, feitas com nabos primitivamente, passaram a ser feitas com abóboras. Essas Jack-O-Lanterns são um dos símbolos mais conhecidos do Halloween e têm sua origem entre os irlandeses.
Jack-O-Lantern
Conta a lenda que um homem chamado Jack não conseguiu entrar no céu porque era muito avarento, e foi expulso do inferno porque costumava pregar peças no diabo. Foi, então, condenado a vagar eternamente pela terra carregando uma lanterna para iluminar seu caminho.
"Trick or Treat" (Travessuras ou Gostosuras)
A fórmula Trick or Treat também se originou da Irlanda, onde as crianças iam de casa em casa pedindo provisões para as comemorações do Halloween, em nome da deusa irlandesa Muck Olla. As crianças inglesas continuaram esta tradição, vestidas com roupas extravagantes, pedindo doces e balas.
Hoje em dia, principalmente nos EUA, o Halloween é lembrado com muitas festas e alegria. Nessas festas, as pessoas usam máscaras e se vestem como fantasmas, bruxas, Conde Drácula, Frankstein, ou da maneira que achar mais engraçado ou horripilante. As crianças saem às ruas fantasiadas, batendo de porta em porta, pedindo doces e dizendo: "Trick or Treat". Quem não as atende pode ter uma desagradável surpresa, pois elas podem lhe pregar alguma peça.


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

sensualidade




6 coisas que tiram a sensualidade de uma mulher


1 – Fazer caretas. Mulher que faz careta, tentando ser engraçadinha, dá um golpe em qualquer cara que esteja de olho nela. Sem contar que fazer careta é coisa de humorista de quinta categoria;


2 – Não se cuidar: não cuidar do cabelo, do rosto, das unhas, se vestir de qualquer jeito. Mulher com unha de moleque e calça de moletom afastam qualquer um;



3 – Fazer barulho enquanto come. Se for um homem, é simplesmente porco. Se for mulher, é pior do que isso. Dá nojo, é impossível ir pra cama depois de um jantar em que a moça ruminava;



4 – Falar muitas gírias: não precisa fazer uso da norma culta da língua portuguesa, mas mulher metida a mano é chata demais… “Falae, Brow, firmeza? Dá um cola aí, vamo jantar, meu? Tem que estar MUITO AFIM para ainda querer algo com a mulher depois de ela imitar o Mano Brown;
5 – Ter muitas tatuagens: uma ou outra, tudo bem. Mas mulher com sete, oito, nove tatuagens, não dá. Como dizia um ex-colega de trabalho: “Aí você vai pra cama com a mulher e parece que você está pegando um japonês da Yakuza!” Ele disse tudo. Mulheres, três tatuagens no máximo, por favor.
6 – Mulher que não tem opinião: mulher que não tem opinião geralmente é ruim de cama. Fica mecânica, não tem vontade, não pensa… não…nada… E aí é difícil imaginar uma mulher sem opinião transmitindo sensualidade, já que não se impõe, não aparece, não tem um olhar interessante, gestos delicados…. fica insossa. E mulher sem sal nem pimenta dá jeito!


andreia caetano piumhi-minas

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

DE TUDO UM POUCO , amor e outras coisas: As 10 coisas que os homens ainda n�o sabem sobre as mulheres

DE TUDO UM POUCO , amor e outras coisas: As 10 coisas que os homens ainda n�o sabem sobre as mulheres

As 10 coisas que os homens ainda não sabem sobre as mulheres


As 10 coisas que os homens ainda não sabem sobre as mulheres


Existem certas atitudes e desejos femininos que os homens parecem ignorar. O resultado disso são discussões que se baseiam na diferença entre os sexos.

Por que gostamos tanto de nos presentear?

Por que implicamos tanto com as nossas sogras?

Por que ficamos indignadas com certas atitudes?

Enfim, são tantas situações que eles preferem ignorar a ter que compreendê-las. Confira a seguir.

1. Não sabem que devem nos entender
Parece que eles se esquecem que uma vez ao mês passamos por uma importante desordem hormonal. Por isso, em algumas situações, eles reclamam do nosso mau gênio e não respeitam nossa sensibilidade. Seria bom ver como um homem agiria durante o período menstrual ou gestando um bebê.


2. Não sabem que precisamos nos presentear
Eles não entendem que não temos outra opção já que a sociedade impôs que deveríamos nos maquiar, depilar e estar sempre bem vestidas. Não é culpa nossa quando demoramos para nos arrumar antes de uma festa ou qualquer outro evento. Por que os homens não entendem isso? Afinal eles colaboraram para que isso fosse uma necessidade.

3. Não sabem que gostamos de vários assuntos
Eles ficam surpresos ao saberem que nos interessamos por diversos assuntos. Ainda mais quando se deparam com uma mulher que gosta de jogos de futebol. Por que isso acontece?

4. Não sabem que temos os mesmos instintos
Parece que os homens não têm idéia que temos os mesmo instintos que eles. A diferença é o que fazemos com nossos desejos. Se os homens são infiéis não podem mais culpar os supostos “instintos animais”.

5. Não sabem que não são os melhores pais porque ajudam a cuidar dos filhos
Outra coisa que eles têm que saber é que eles não são os melhores pais somente pelo fato de terem se levantado uma vez na semana durante a madrugada para atender ao choro do bebê. Eles devem saber que isso é o mínimo. Não temos reconhecimento quando levantamos três vezes na mesma noite para dar remédio a um filho que está doente porque eles supõem que isso é normal.

6. Não sabem que não existem trabalhos exclusivamente femininos
É muito ultrapassado classificar trabalhos como masculinos e femininos. Eles estão acostumados desde pequenos a pensar que serviços como lavar a louça é algo destinado apenas para as mulheres ou no máximo acreditam que as tarefas de casa são nossas, enquanto eles apenas cooperam.

7. Não sabem que odiamos ganhar menos que eles
Geralmente ganhamos menos em qualquer profissão. Até mesmo em Hollywood, as atrizes ganham praticamente a metade que um homem.

8. Não sabem que temos o direito de sair com os nossos amigos
Nós também temos o direito de sair com os amigos e chegar em casa às 5h da madrugada. Por que acreditamos que é um pecado chegar tarde? Parece que eles têm esse direito simplesmente por serem homens. Todos devem saber que nós, assim como eles, temos o direito de nos divertir sem pressões

9. Não sabem que não devem ficar na barra da saia das mães
Qualquer problema que eles enfrentam no casamento ou se querem comer uma comidinha gostosa já voltam para a barra da saia das mamães. Não é possível agir dessa forma mesmo tendo anos de casado. Será que eles não entendem que isso nos irrita profundamente.

10. Não sabem que precisamos de elogios como nos tempos de namoro
Só porque já estão casados, os homens esquecem que as mulheres gostam e precisam ser elogiadas. Mais que nos conquistar, eles precisam nos reconquistar a cada dia.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

o tantra

Tantra

A palavra tantra vem do védico e pode significar “teia” ou “libertação da escuridão” ou ainda “aquilo que amplia o conhecimento”. Eu não vou dar detalhes sobre a origem do Tantra, porque me estenderia por muitas páginas (se vocês quiserem, depois eu faço um post só sobre tantra e kamasutra), mas vocês podem ler um resumo neste site AQUI.
Basicamente, o tantra possui uma filosofia deamor. Amor ao semelhante, à natureza, à vida, ao sexo, ao despertar. O ato sexual mágico dentro do tantra é apenas UMA das manifestações desta filosofia maravilhosa (o tantra é uma maneira de se viver, que inclui vegetarianismo, cultivo ao corpo, mente e espírito, respeito pelas coisas vivas, paz, harmonia com o cósmico, à devoção ao feminino, ao estudo da poesia, música, etc.). O grande problema disso para as “otoridades” é que um homem tântrico está mais preocupado em tratar bem sua(s) amante(s), apreciar um bom vinho ou fazer uma boa massagem em uma amiga do que pegar em armas e ir até um país distante chacinar seus inimigos para que as otoridades adquiram mais poder… para isso, precisam de soldados cruéis, sem compaixão e sem sentimentos (“certo, seu zero-dois?”). Então, quando os Arianos tomaram a Índia, lá por 2.000 AC, eles tornaram esta religião proibida (de onde veio o significado de “libertação da escuridão” pois o movimento acabou caindo na escuridão/clandestinidade).


O principal ritual de sexo tântrico é chamado de Maithuna

. Neste ponto, existem 3 vertentes do Tantra: o Caminho da mão esquerda, que prega a realização destes rituais com estranhos, para atingir um máximo de erotização, voltado para o prazer e que deu origem a livros e textos como o Kama-Sutra, o Caminho da mão direita, que prega que o Maithuna deve ser feito apenas com sua companheira, o que gera uma intimidade maior e uma energia muito maior no ritual e finalmente o Caminho do Meio(meu favorito) que prega um meio termo: rituais sexuais para serem desenvolvidos com uma parceira, mas não excluindo a participação de amigas ou conhecidas no processo.
Durante o ato sexual, o homem assume o papel deShiva e a mulher de Shakti. O papel da mulher é sempre o de uma deusa a ser venerada e existe todo um ritual antes do sexo: ela depila todo o corpo (pode ser feito no dia anterior), prepara um banho com ervas e perfumes e se arruma ritualisticamente, o homem prepara os incensos, música e o ambiente. Uma relação de Maithuna demora no mínimo 4 horas, mas há relatos de rituais que chegam a demorar 21 dias (já não se fazem mais iniciados como na Antiguidade… tsc tsc). O Maithuna é programado segundo o ciclo dos signos e as fases da lua (na lua cheia Shakti tem mais potência sexual e na lua crescente Shiva está mais viril. Na lua nova, ambos estão relativamente sexuais e na minguante a energia pode não estar muito propícia). A preocupação com os exercícios para desenvolver os chakras, a vestimentas (nada sintético ou que bloqueie os chakras), a alimentação (nem pense em fazer um Maithuna com um bicho morto no seu estômago!!!), a meditação e concentração, os incensos… TUDO é importante neste tipo de ritual.


Rituais Tântricos


Ao contrário da ritualística egípcia, que é extremamente rígida em relação a escolha dos parceiros, as festas tântricas eram basicamente hedonistas (voltadas para o desenvolvimento do ser humano através do prazer e felicidade), podendo haver troca de parceiros (caminhos central e da mão esquerda somente), mais de uma parceira/parceiro em uma transa, etc. As palavras chaves nestas festas são o respeito entre todos os participantes e a consensualidade. Pode-se dizer que estes grupos mantiveram-se sempre de maneira secreta em praticamente todas as sociedades, até os dias de hoje nas casas de swing (ou “troca de casais”, como a mídia adora colocar, dando a falsa impressão que as mulheres nestes locais nada mais são do que “moedas de troca” quando uma idéia melhor seria “compartilhar” – É… eu sou muito chato com os termos corretos, porque palavras têm poder). Hoje muito do conceito destas festas foi distorcido e estragado (com direito até a pessoas que contratam garotas de programa para montar casais falsos e participar das putarias), embora dentro deste universo existam ainda grupos que agem como verdadeiras Sociedades Secretas, com regras de conduta muito rígidas e mantém as idéias originais das FESTAS HEDONISTAS com o respeito e a seriedade que elas deveriam ter.

andreia caetano piumhi-mg

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

pirâmides


Nos primórdios da história antiga, talvez a mais de 5.000 anos, montanhas artificiais começaram a serem erguidas em locais muito distantes entre si: Oriente Médio, Ásia e as Américas.

Elas são testemunhas silenciosas que testemunharam durante séculos ritos sagrados e atos indizíveis.

As mais misteriosas destas construções foram erguidas nas areias de Gizé, no Egito. Estas estruturas gigantescas e quase perfeitas inspiraram crenças em poderes sobrenaturais e conhecimentos secretos.

Hoje imitações em
vidro e aço comprovam a fascinação da humanidade por estas antigas estruturas: Pirâmides

Combinando seu impressionante tamanho com uma enorme precisão, estes monumentos ofuscaram todas as outras estruturas já construídas pelo homem por mais de 4 mil anos. Em Todas as Pirâmides do Mundo iremos conhecer a fascinante ciência dessas construções de pedra e madeira. Quem as construiu, e como? Para qual finalidade? Elas revelariam algo sobre essa sociedade? No antigo Egito, eram precisos mais de 30 mil trabalhadores e no mínimo 30 anos para completar essa obra de arte: uma "montanha" feita pelo homem, totalmente simétrica e contendo tijolos suficientes para cercar a França com um muro de um metro de altura! Nas florestas da América Central, os Maias e Astecas construíram pirâmides coloridas, com escadas de acesso e templos de adoração em seu topo. Abaixo dessas pirâmides extraordinárias, escondiam-se pistas do passado sangrento dessa civilização. Modernos métodos científicos utilizados por peritos nos ajudarão a imaginar o que de tão terrível acontecia no interior dessas pirâmides.



andreia caetano piumhi mg

domingo, 18 de outubro de 2009

O termo Satanismo sugere várias interpretações. Desde a Idade Média, é usado para designar as crenças do período pré-Cristão ou as religiões não cristãs, como a Wicca. Há ainda conotações contemporâneas associando o satanismo a uma filosofia, adoração ao Diabo etc.

Fundamentalmente, o Satanismo é um estilo de vida de aplicação prática. Sua essência baseia-se na idéia de que cada ser humano, em sua individualidade, é uma divindade; capaz de alcançar altos níveis de evolução, desde que não esteja preso a nenhum dogma religioso que subtraia seus reais valores primitivos. Portanto, cada indivíduo tem a liberdade espiritual e filosófica de criar e desenvolver seus critérios, sendo ele seu próprio sacerdote, salvador e deus. Neste caso, o Satanismo não está associado à adoração ao Demônio ou oposição ao Cristianismo.





Alguns tipos de Satanismo



Luciferanismo

O Luciferanismo pode ser considerado uma derivação da filosofia empregada no Satanismo. Seus seguidores não cultuam Lúcifer (Lúcifer é visto como um Anjo, e não como a personificação do mal no cristianismo), mas o vêem como uma referência para alcançar a Iluminação Espiritual. Sendo que a origem de seu nome significa Portador da Luz.



Satanismo Gótico

Neste caso, o termo Gótico é sinônimo de Medieval. Esta variação faz parte apenas das lendas criadas na Idade Média pela Igreja Católica para atemorizar os cristãos e servir de acusação nos processos inquisitórios. O caso das Bruxas de Salém em 1692, é um exemplo. Nesta variação lendária do Satanismo, seus adeptos sacrificavam crianças e animais em rituais de magia destrutiva.



Dabblers Satânicos

Está principalmente associada aos modismos adolescentes. Seus adeptos ensaiam rituais esporádicos de magia utilizando-se do sacrifício de pequenos animais. É essencialmente uma forma de anticristianismo, onde os Dabblers (aficionados) adoram o demônio conhecido no cristianismo e se camuflam sob uma condição que julgam satânica. Igualmente chamado de Devil Worshippers (Adoradores do Demônio), também está associado a delinqüentes que alegam cometer os crimes motivados por Satã.



Satanismo Religioso

É a forma mais difundida de Satanismo. Possui dogmas e a bíblia satânica. Também abriga aspectos místicos e cerimoniais, como batizado e casamento, que o caracterizam como uma religião. Porém, não há uma divindade cultuada nem conceitos sobre céu e inferno, bem e mal ou deus e diabo. A Church of Satan e o Temple of Set são exemplos do satanismo religioso.





Anton LaVey e a Igreja de Satã



Anton Szandor LaVey nasceu na cidade de Chicago, em 11 de abril de 1930. Esta é uma das poucas informações coerentes sobre sua vida. De resto, há um grande conflito em sua biografia. LaVey teria recebido ensinamentos ocultistas de sua avó cigana. Ainda teria viajado para a Alemanha ao lado de um tio, e trabalhado em circos, cabarés e até mesmo na Polícia de San Francisco. LaVey também teria vivido romances com as atrizes Marilyn Monroe e Jayne Mansfield.

Em 30 de abril de 1966, foi fundada a Igreja de Satã (Church of Satan) por Anton LaVey. Apesar de já haver grupos como o Hell Fire Club e o Abbey of Thelema, que cultivavam uma linha semelhante, a Igreja de Satã foi a primeira organização reconhecida como religião dedicada às filosofias satânicas, e considerada a precursora do satanismo moderno. É provável que o nome Church of Satan tenha sido adotado como uma forma de causar um impacto polêmico e chamar a atenção da imprensa. As "Missas Satânicas", que eram paródias das missas cristãs, possivelmente foram criadas com o mesmo objetivo. Portanto, seriam apenas recursos publicitários empregados por LaVey.

Assim, a Igreja de Satã recebeu uma atenção muito grande por parte da sociedade e da imprensa americana, logo atingindo uma notoriedade mundial. LaVey passou a ser considerado o Papa Negro e sua esposa Diane Hegarty, foi nomeada Suma Sacerdotisa.

Em 1º de fevereiro de 1967, ocorreu em San Francisco a cerimônia de casamento entre John Raymond, jornalista político, com Judith Case, filha de um conhecido advogado de Nova York. Apesar de não ser o primeiro casamento satânico realizado por Anton LaVey, a fama de John e Judith serem de famílias abastadas, despertou grande interesse e a cerimônia tornou-se um evento amplamente coberto pela imprensa.

Em maio do mesmo ano, LaVey conduziu o batismo de sua filha de três anos, Zeena. Foi o primeiro batismo satânico da história. Zeena vestia um manto vermelho e usava um medalhão com a imagem de Baphomet, enquanto seu pai recitava uma invocação que futuramente foi incluída no livro Satanic Rituals.

Em 1969, a Igreja já contava com 10 mil adeptos em todo o mundo. Anton LaVey publicou The Satanic Bible, que se tornaria a principal referência do Satanismo. Ainda seguiram-se The Compleat Witch em 1970 (posteriormente revisto e editado como The Satanic Witch) e em 1972, The Satanic Rituals.

A Igreja desenvolvia sua estrutura e hierarquia nas décadas de 70 e 80. Em 1984, Anton LaVey separa-se de Diane e sua filha Zeena ocupa a posição de Suma Sacerdotisa. Nesse período, as Missas Negras e outras cerimônias deixam de ser realizadas devido a intolerância de grupos cristãos. Anton LaVey passa a administrá-la apenas através do Boletim Oficial The Cloven Hoof. Em 1988, este informativo foi extinto e algumas publicações independentes tornaram-se a forma de interagir os adeptos em diversas partes do mundo. Ainda houve um grupo que se desligou da Igreja e formou o Temple of Set (relativo à divindade egípcia Set). Anton LaVey faleceu em outubro de 1997 devido a um edema pulmonar. Atualmente, a Igreja é presidida por Peter Gilmore.





Baphomet, Pentagrama e a Cruz Invertida



Em meio às diversas polêmicas que compõem o tema do satanismo, alguns pontos não ficam totalmente esclarecidos. Por exemplo, a representação de uma cabra com corpo humano encontrada nos cultos do satanismo religioso é denominada Baphomet, que já era conhecida desde os tempos pré-cristãos. Portanto, não possui nenhuma relação com o demônio conhecido no cristianismo. Para os satanistas, Baphomet é uma energia da natureza que os motiva a conseguir seus objetivos. Neste caso, a cabra com corpo humano e asas simboliza força, fertilidade e liberdade, características muito valorizadas pelos povos pagãos.

O pentagrama é um símbolo encontrado originalmente nas culturas pré-cristãs com diversos significados. No caso do satanismo religioso, é utilizado com duas pontas voltadas para cima, simbolizando a face de Baphomet.

A origem da cruz invertida nos remete a São Pedro, que não se julgava digno de morrer como Jesus e pediu para ser crucificado de cabeça para baixo. Este símbolo é encontrado na Basílica do Vaticano, no trono ocupado pelo Papa, etc. Porém, a Cruz invertida também foi adotada por grupos que se intitulam satanistas ou anticristãos.



Por Spectrum




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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Miomas – conheça mais deste tumor

 MIOMAS UTERINOS
Introduçăo
Acometem aproximadamente um quarto das mulheres em idade fértil, e acredita-se que até 50% das mulheres possam apresentar essa doença em alguma época de suas vidas. Pode ocorrer a partir da puberdade, mas a idade de maior incidęncia é a quarta década de vida. As estatísticas mostram que os miomas săo mais comuns em mulheres negras, naquelas que ainda năo engravidaram e em mulheres que apresentam condiçőes associadas a altos níveis de estrogęnio no sangue.Como o mioma se desenvolve?
A causa é desconhecida, mas sabe-se que os miomas originam-se de uma única célula, que começa a se multiplicar desordenadamente, e origina o tumor. Por isso, acredita-se que exista alguma base genética para o seu desenvolvimento e pode ser devido a isso que ele seja mais comum nas mulheres negras e que apresente uma tendęncia a acometer mulheres da mesma família.
O crescimento desses tumores ocorre por açăo do estrogęnio, um hormônio feminino de extrema importância, e isso pode explicar o seu desenvolvimento durante a fase reprodutiva da vida da mulher, a sua inexistęncia antes da puberdade e a reduçăo de tamanho após a menopausa (quando os níveis de estrogęnio diminuem). Qualquer coisa que leve a um aumento dos níveis de estrogęnio pode fazer com que o mioma tenha um crescimento maior e mais rápido. Quais săo os sintomas?
Mais da metade das mulheres com miomas năo apresenta nenhum sintoma, e năo existem sinais ou sintomas específicos dessa doença. Assim, na maioria das vezes eles săo descobertos em exames de rotina, como uma casualidade. Algumas vezes, o diagnóstico pode ser suspeitado devido ao aumento do tamanho do abdome, que pode levar a mulher a pensar que apenas engordou um pouco ou até que está grávida.
A manifestaçăo mais freqüente é a alteraçăo menstrual, com aumento dos dias de menstruaçăo e da quantidade de sangramento. A cada menstruaçăo, o fluxo vai ficando maior, aumentando o número de absorventes utilizados. Podem ocorrer também sangramentos fora do período menstrual, ŕs vezes com coágulos. Essas alteraçőes podem levar ŕ anemia.
Esse aumento do período menstrual pode acompanhar-se de dor, que decorre de um maior acúmulo de sangue no útero, provocando distensăo dolorosa e maior contraçăo da musculatura para eliminar esse conteúdo.
Ŕ medida que o útero cresce, começa a comprimir estruturas e órgăos próximos, podendo ocasionar dor, inclusivo durante as relaçőes sexuais. Pode ocorrer compressăo da artéria que nutre o mioma, o que faz com que ele sofra degeneraçăo e suas células morram, o que se acompanha de dor. A compressăo da bexiga leva ŕ reduçăo da capacidade de armazenar urina, levando a paciente a urinar com maior freqüęncia. Outro sintoma decorrente de compressăo é a constipaçăo intestinal (prisăo de ventre), já que o útero pode comprimir o reto, dificultando a passagem das fezes.
A dificuldade para engravidar é freqüente em pacientes com miomas uterinos, já que esse tumor pode levar a alteraçőes (deformidades) do órgăo que dificultam a implantaçăo do ovo. Porém, isso năo ocorre em todas as pacientes.Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é suspeitado inicialmente pela história da paciente e pelo exame físico realizado pelo ginecologista. Durante o exame, pode ser palpada uma massa de localizaçăo sugestiva de ser uterina. O principal exame utilizado é o ultra-som, que pode demonstrar a presença do mioma e também a sua localizaçăo.
Ele pode ser classificado em:
• Subseroso: localiza-se na porçăo mais externa da parede do útero, relacionado mais raramente a sintomas de sangramento. O principal sinal é o aumento do abdome.
• Intramurais: estăo localizados na porçăo média da parede do útero, e săo os mais comuns.
• Submucosos: săo os que se localizam mais próximos da cavidade uterina, sendo os mais sintomáticos. Quase sempre causam sangramento. Eventualmente, ele pode sair pelo orifício do colo uterino, caracterizando o chamado "mioma parido".
Outro exame utilizado é a histeroscopia, no qual é inserida uma sonda no útero, contendo uma espécie de câmera que permite a visualizaçăo da cavidade uterina. Ajuda muito no diagnóstico dos miomas submucosos. Exames raramente utilizados săo: radiografia simples da pelve, tomografia computadorizada, ressonância magnética.Mioma e gravidez
A associaçăo entre mioma e gravidez ocorre em aproximadamente 0,13% a 7%. Nessa situaçăo, o mioma pode determinar gravidez ectópica (quando o ovo implanta em outro local que năo a cavidade uterina), abortamento, parto prematuro, sangramento e dificuldades durante o parto. Além disso, eles podem aumentar significativamente de tamanho durante a gestaçăo, devido aos altos níveis hormonais. Cada caso deve ser analisado individualmente, para determinaçăo da necessidade de tratamento.Como é feito o tratamento?
Nem toda paciente deve ser tratada, já que se trata de uma doença benigna e que na grande maioria dos casos năo causa sintomas. O conceito principal é de que o mioma deve ser tratado quando causa sintomas significativos. Nos casos assintomáticos, a paciente deve ser acompanhada regularmente.
Existem basicamente tręs tipos de tratamento:
1) Medicamentoso
Esse é, geralmente, o primeiro passo no tratamento dos miomas. Os objetivos săo controlar o sangramento, inibir o crescimento dos miomas ou reduzir o seu tamanho (especialmente antes da cirurgia). Muitas vezes, o uso de antiinflamatórios já é suficiente para controlar os sintomas, năo sendo necessário nenhum outro tipo de terapia.
Os medicamentos mais indicados, quando se deseja a reduçăo do tamanho dos miomas, săo os chamados análogos do GnRH. Eles criam uma falsa menopausa, reduzindo a liberaçăo de estrogęnio pelos ovários. Săo úteis também para controle do sangramento. O problema é que, após a interrupçăo do uso do medicamento, os miomas voltam a crescer. Isso é importante, pois essas drogas podem ser usadas por no máximo 6 meses. Os efeitos colaterais săo: ondas de calor, insônia, secura vaginal, diminuiçăo da libido, perda temporária de memória, aumento do risco de osteoporose.
2) Cirúrgico
Indicado nos casos sintomáticos, nos miomas muito grandes, na presença de sinais de degeneraçăo (alteraçőes do tecido do mioma), e nos casos em que o mioma é causador de infertilidade. As modalidades săo:
• Miomectomia: retira-se apenas o mioma, preservando-se o útero. Indicada nos casos em que a mulher queira preservar a capacidade de reproduçăo ou de menstruar. Porém, pode năo ser conseguido em alguns casos. A recorręncia ocorre em um terço dos casos. Uma das complicaçőes é a formaçăo de aderęncias.
• Histerectomia: consiste na retirada do útero. É o tratamento de escolha em mulheres que năo querem mais engravidar.
3) Embolizaçăo
É realizada com a colocaçăo de um cateter dentro da artéria uterina que nutre o mioma, seguida da injeçăo de agentes que levam ŕ formaçăo de ęmbolos no interior da artéria, com interrupçăo do fluxo de sangue. Está indicada quando a paciente quer manter o útero ou quando existem contra-indicaçőes ŕ histerectomia. As complicaçőes associadas a esse método săo: isquemia grave do útero (como se fosse um infarto, parecido com o do coraçăo), ocorręncia de infecçăo e parada das menstruaçőes.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Será que os dinossauros forma os primeiros seres vivos da Terra

Evolução da vida
A Vida teve uma longa evolução, que começou há 6,5 bilhões de anos, Desde o Big Bang, a grande explosão que deu origem a Terra e ao Universo. A vida começou na terra há 3,5 bilhões de anos, no periodo Arqueano. No começo, tudo na terra era rocha derretida, que, depois de algum tempo, se solidificou e formou a superficíe terrestre. Naquela época haviam muitas erupções vulcânicas, e por essa razão, a atmosfera da terra era tóxica. Houve um grande periodo de chuvas, que durou milhões de anos, e as partes de terra que ficaram emersas formaram os continentes.As primeiras formas de vida do planeta foram os Procariontes, formas de vida unicelares que continham DNA, a célula fundamental da vida. Depois dos Procariontes, vieram os Eucariontes que já eram organismos multicelures e mais complexos, continham um núcleo e organelas. Tempos depois, surgiram os vermes achatados e criaturas inventrebadas mais complexas, como os Trilobitas. De pequenos seres chamados conodontes, surgiram os peixes, que se tornaram no Devoniano os donos dos mares, e que por alguma razão desconhecida, talvez em busca de alimentos ou para fugir de predadores, alguns peixes começaram a sair para a terra firme, e deram origem aos anfíbios que podiam andar na terra, mas nescessitavam viver em pântanos pois não sobreviviam muito tempo fora da água. Os anfíbios evoluiram aos répteis, que viviam sem dependência da água e dos répteis evoluiram os sinapsídeos, ancestrais dos mamíferos, que se permaneceram escondidos durante o longo reinado dos dinossauros até se tornarem os donos do mundo.
A datação de fósseis do primeiro gênero de dinossauro conhecido, o Eoraptor estabelece a sua presença no registro de fóssil de 235 milhões de anos.Os paleontólogos acreditam que Eoraptor se parece com o antepassado comum de todos os dinossauros; se isto for verdadeiro, os seus traços sugerem que os primeiros dinossauros fossem predadores pequenos, provavelmente bípedes.A descoberta de ornitodiros primitivos, parecido a um dinossauro foram animais como Marasuchus e Lagerpeton em camadas de rochas triassicas da Argentina apoia esta visão; a análise de fósseis recuperados sugere que esses animais fossem predadores pequenos.
As poucas primeiras linhas de dinossauros primitivos diversificados rapidamente pelo resto do período Triássico; as espécies de dinossauro rapidamente desenvolveram as características especializadas e a variedade de tamanhos.Durante o período da predominância dos dinossauros, que abrangeu os seguintes períodos Jurássico e Cretáceo, quase cada animal da terra conhecido eram maiores do que 1 metro de comprimento.
O Evento K-T, que ocorreu há aproximadamente 65 milhões de anos no fim do período Cretáceo, causou a extinção de todos os dinossauros exceto a linhagem que já tinha dado a origem aos primeiros pássaros.Outras espécie diapsídeos relacionadas aos dinossauros também sobreviveram ao evento.

 
ANDREIA CAETANO -PIUMHI MG

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ola pessoal espero que gostem do blog.......