CLIQUEM E SIGAM . NOVIDADES SEMPRE....

quinta-feira, 14 de maio de 2009

DICAS


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Como conseguir prosperidade com o Feng Shui?



Técnica oriental milenar,





o Feng Shui pode ensinar a atrair coisas boas para a sua vida com modificações simples no dia-a-dia.





O Bem Simples dá algumas dicas para você colocar em prática na sua casa.

Passos

1
Agradeça com sinceridade tudo que você tem, como o amor das pessoas de quem você gosta, o seu trabalho e o dinheiro que você recebe.

2
Coloque um tapete em que se leia "seja bem-vindo" na porta da sua casa. Assim, todos os dias você receberá a si mesmo com amor.

3
Coloque 100 moedas chinesas em um aparador ou outro móvel na entrada da sua casa.

4
Coloque uma planta grande na porta de entrada para absorver as energias ruins.

5
Tenha sempre arroz na despensa. Para o Oriente, este alimento é sinônimo de prosperidade.

6
Nunca coloque coisas de trabalho na sala de jantar. Este lugar é sagrado e você deve mantê-lo organizado.

7
Se você colocar um espelho na entrada da sua casa, ele absorverá energias ruins das visitas.

8
Os espelhos do seu quarto nunca devem refletir você na sua cama.

9
Esteja sempre arrumado.


Importante


Ao chegar em casa, deixe para trás os problemas do trabalho.

A sua casa deve ser um refúgio de paz que gera prosperidade para a sua vida.









terça-feira, 12 de maio de 2009

6 dicas para melhorar sua qualidade de Vida

A qualidade de vida é algo que envolve o seu bem-estar e saúde. Existem muitos pontos que podem ser mudados no nosso comportamento e no modo em que conduzimos o nosso dia-a-dia. Depende de cada um tomar decisões e medidas para viver melhor e mais feliz.


Alimente-se de uma forma saudável. Mesmo muitas vezes não tendo tempo para comer, procure sempre comer alimentos saudáveis e se possível sem gordura. Lembre-se que eles são os grandes responsáveis pela sua energia e rendimento até o final do dia.


Durma bem. Respeite as horas de sono diárias que você tem. Além de sagrado, esse período é responsável por cabelos e pele mais bonita, renovação dos músculos e dos ossos.


Pratique esportes. Reserve ao menos uma hora do seu dia para a prática de algum esporte que lhe agrade. Além de fazer bem a saúde, o exercício físico é o grande responsável pela queima de calorias.


Mantenha sempre o equilíbrio entre a mente e o corpo. Separe um tempo para ficar sozinho. Fazer ioga, por exemplo, é uma atividade relaxante que ajuda a esquecer um pouco dos problemas.


Estabeleça objetivos. Com metas bem estabelecidas, fica mais fácil estar no controle de sua vida, direcionando melhor suas decisões.


Encare a vida com bom humor! Nada como viver com um sorriso no rosto e transmitir energia boa para os que convivem com você. Isso com certeza lhe ajudará a enfrentar com mais facilidade qualquer dificuldade que surgir.

7 dicas para organizar o seu Tempo


O tempo é algo que você pode dar,

compartilhar

ou perder.


Mas nunca pode “recuperar”.


Por isso,

o tempo que você perde ou usa mal em um projeto é um recurso que você não voltará a ter.

Na verdade,

deixou de ser um recurso e virou uma perda.

Leia com atenção estas dicas e

, sem perder tempo,

coloque-as em prática.


Passos



1-Use uma agenda semanal ou mensal para ter uma idéia global do seu tempo disponível e das suas atividades.

Você verá que agrupar atividades pode ser eficaz para economizar tempo com deslocamentos, que várias providências podem ser tomadas simultaneamente e que atividades podem ser superpostas sem perder a eficácia.

Por exemplo, usar uma manhã por mês para resolver todas as questões bancárias,

deixar o carro para lavar num posto próximo enquanto vai ao dentista, estudar ou organizar a lista do supermercado enquanto espera atendimento em algum lugar.





2-
Planeje cada dia incluindo todas as atividades previstas para a jornada. Não reserve apenas o tempo dedicado ao trabalho. Inclua tudo que você quer ou precisa fazer. Deixar as atividades à mercê da memória, da sorte ou do acaso pode ser divertido um dia. Mas, se virar hábito, seu tempo será sempre pouco para fazer tudo.



3-
Agende os seus compromissos, atribuindo não só a hora de início, mas também a de término. Procure respeitar esses limites.



4-Cumpra o que previu para cada jornada. Se você tiver planejado corretamente, terá tempo suficiente para cada atividade. Se surgir um imprevisto que obrigue a adiar algum compromisso, reorganize a sua agenda para incluí-lo assim que for possível.




5-Inclua no seu planejamento semanal tempo para lazer e descanso. Não os considere “perda de tempo”. Ao contrário. Você verá que reconhecer e valorizar o tempo livre enriquecerá a sua vida pessoal e deixará você mais disposto para o trabalho.



6-Aja com rapidez e eficácia, mas não tente correr o tempo todo. Uma dose de criatividade é necessária para flexibilizar e encontrar novas soluções no menor tempo possível. No entanto, viver sempre “acelerado” só o deixará exposto ao estresse e às doenças. Não confunda velocidade com pressa. Dedique a cada coisa o tempo de fato necessário.



7-Cuide dos minutos para aproveitar as horas. Não despreze os minutos que sobram entre as atividades. Nem “arredonde” o tempo fazendo coincidir a hora de fim de uma ação com o começo de outra, principalmente se você precisa se deslocar. Permitir-se atrasos por mau planejamento só diminuirá o seu rendimento ao longo do dia. Além disso, você correrá o risco de não contar com o tempo necessário para as últimas atividades previstas para a jornada.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

sm







O que é SM?

Pontos de vista tradicionais comumente definem que SM é uma "perversão" onde pessoas têm prazer em atividades sexuais que inflijam dor e/ou humilhação. A pessoa que se excita sexualmente por infligir dor/humilhação é chamada de "sádico". A pessoa que se excita sexualmente por receber estímulos dolorosos/humilhantes é chamada de "masoquista". A palavra "perversão" foi originalmente usada dentro da terminologia legal, o equivalente psiquiátrico mais moderno seria "parafilia" ou "desvio sexual"(DSM-IV, ICD-10).

Eu vejo o SM como um jogo de poder erótico consentido entre dois adultos. Quando as atividades não são consensuais, ou quando um dos parceiros é tratado com desrespeito, elas se tornam abusivas e podem ser apropriadamente chamadas de "perversas". O saudável, consensual jogo de poder erótico, pode dar prazer às pessoas. São variações ou preferências sexuais muito aceitáveis. Esses jogos de poder eróticos podem envolver dominação verbal ou física. Ordens, espancamentos, imobilizações e jogos de mestre/escrava são exemplos.

Já que "sadomasoquismo", para muitas pessoas, carrega uma conotação de violência, pode ser melhor usar um termo diferente como, por exemplo, D/s (Dominação e Submissão), mas é difícil mudar terminologias estabelecidas.

Que tipo de pessoas pratica o SM?

A opinião tradicional de cem anos atrás definia que essas pessoas eram imorais, doentes ou degeneradas. Os pontos de vista não distinguiam entre violência e jogos consensuais. Dados psiquiátricos eram usados para provar esses pontos de vista.

Por exemplo, William Stekel (Stekel, 1930), um famoso psiquiatra e psicanalista, escreveu um livro sobre casos psiquiátricos em fetichismo e SM. Eram pessoas realmente desesperadas, muitas delas em conflito com a lei. Esses pontos de vista eram tirados desses casos.

Vale a pena observar a opinião clerical tradicional condenando todo tipo de atividade sexual que não ocorresse entre homem e mulher, e a atividade sexual necessária para a procriação como objetivo ser aceitável. Qualquer tipo de sexo que não usasse a posição de missionário (o homem por cima!) entre o homem casado e sua esposa era considerado "perverso".

Foi apenas nos anos 70 que cientistas sociais tentaram conduzir estudos objetivos desses fenômenos sexuais (embora Kinsey tivesse umas poucas questões sobre atividades de infligir dor, como mordidas, no seu famoso estudo dos anos 50). Um dos primeiros estudos foi conduzido por Spengler (1977). Um questionário foi enviado a anunciantes em revistas de SM e a membros de clubes de SM. Moser e Levitt (Weinberg, 1995) fizeram um estudo mais extenso alguns anos mais tarde também baseado em questionários. Robert Stoller (Stoller, 1991) usou um método "etnográfico" para entrevistar praticantes de SM nos anos 80.

Estes estudos indicaram que os praticantes de SM são pessoas muito diferentes. Muitos deles ocupam posição elevada na sociedade, respeitados, com alto nível de educação. Não há razão para crer que há maior prevalência de psicoses ou desordens de personalidade do que na população em geral.

O que faz as pessoas desenvolverem um forte interesse ou preferência por SM?

Se até os psiquiatras e os psicólogos têm tradicionalmente se preocupado com a "etiologia", acho que seria interessante levantar essa questão sobre a preferência ou forte interesse. Freqüentemente encontro pessoas que se perguntam: "Por que sou como sou?"

Visão psicoanalítica

Na visão psicanalítica o "sadismo" é quase sempre entendido como reação primária e o "masoquismo" como reação secundária ao trauma. O "masoquismo" é secundário no sentido de que o "sadismo" é dirigido para dentro, contra si mesmo. Se a criança tem uma mãe que nega satisfazer suas necessidades, ela pode, quando adulta, procurar vingança em fantasias sádicas e possivelmente realizá-las sexualmente contra mulheres. Sadismo "oral", "anal" e "fálico" foram postulados. Dessa forma, a vingança pode vir como resultado da angústia de castração na fase edípica ("fálica"). O conflito edípico pode, alternativamente, resultar diretamente em submissão (sendo assim, em masoquismo), como estratégia de fuga. Ele "deixa estar" por desistência.

A compulsão à repetição tem lugar proeminente no pensamento psicanalítico. "Pessoas SM" precisam recriar um velho cenário traumático na tentativa e resolver, aqui e agora, o que foi impossível de resolver no passado. Se, por exemplo, a criança foi espancada pela mãe, ela pode precisar repetir esse cenário tendo uma namorada lhe fazendo o mesmo quando adulto. Ou ele pode reverter essa situação espancando sua namorada.

Há numerosas explicações entre profissionais psicanaliticamente orientados (talvez tantas explicações quanto profissionais). Outra bem conhecida é sobre expiação. "Já que pequei (por ser sexual) sou mau e preciso punição". Nesse caso, o "masoquismo" parece ser uma reação primária, o "sadismo" será a projeção e o sádico pune o outro ao invés de punir a si mesmo.

Parece que Freud tinha uma visão ampla do SM no sentido de que ele conhecia a seqüência dos estados "normais" aos "extremamente" sádicos, ambos em pessoas masoquistas. Ele associou homens sociáveis, assertivos, dominadores, como tipos sexualmente "sádicos" e mulheres receptivas, submissas, como tipos "masoquistas". Apenas quando esses impulsos se tornam exagerados que a pessoa se torna "perversa". Freud também entendeu o fetichismo como uma perversão "primária", o que significa que o SM de alguma forma tem o fetichismo como base. É também importante notar que Freud, inicialmente, pensou o sadismo como força primária (em relação ao masoquismo), mas, posteriormente passou a crer que o masoquismo veio primeiro.

É preciso alertar que as palavras "sadismo" e "masoquismo" são usados em diferentes sentidos (dos sexuais) dentro da visão psicanalítica. Por exemplo, Wilhelm Reich (Reich, 1945) falou sobre "estruturas de personalidade" sádicas e masoquistas. Há formas de caracterizar tipos de personalidades e isso não tem necessariamente a ver com sexualidade.

Robert Stoller, um psiquiatra e psicanalista, se divide quanto ao pensamento psicanalítico quanto aos conflitos da infância contribuam à "etiologia". Ele foge ao tradicional porque acentua a formação genética assim como outros fatores biológicos e culturais como importantes contribuições. Ele critica a psicoanálise de ser dogmática e não se interessar em investigar os fenômenos da vida real. "Teorias psicoanalíticas que comecem por chamar de perversos as pessoas fronteiriças, pre-psicóticas e que tais, não fazem justiça às áreas maciças de funções bem sucedidas presentes em muitas pessoas perversas ou às áreas maciças de patologia presentes naqueles que não são classificados como perversos" (nesse livro de 1991 ele atipicamente usa a palavra "perversão" ao invés de "parafilia"). Stoller delineia mais ou menos a seguinte conclusão de suas investigações etnográficas dos anos 80 bem como de outras pesquisas em relação às causas e às dinâmicas:

Fatores biológicos:

· "É sensato pensar que certas áreas anatômicas são constitutivamente mais prazerosas em uma pessoa do que na outra; o desenvolvimento de zonas libidinais contribuem para um estilo erótico".
· Homens têm uma propensão para fetichizar (por "fetichizar" Stoller descreve um fenômeno que eu preferiria chamar "objetificar")"ou seja, reduzir a apreciação de alguém a apenas sua anatomia, ou menos (isso sendo a dinâmica fundamental da perversão) em contraste ao desejo oposto nas mulheres por relacionamento, intimidade e constância. Ele supõe que a evolução filogenética é responsável por essas diferenças de gênero. Ele acrescenta, no entanto que essas diferenças quanto ao gênero sexual podem ser explicadas culturalmente.
Fatores culturais:
· Cultura é uma fonte de consciência, por exemplo: ".. quando a igreja medieval aceitou a flagelação como um ato piedoso, os masoquistas tiveram um assombroso caminho, mais ou menos livre de culpa, ao êxtase que a igreja de hoje bloqueou através de sua compreensão do masoquismo perverso".
· A cultura é uma fonte de sugestões para as pessoas definirem seus comportamentos eróticos. Stoller refere-se aos "jogos erótico perversos", isto é, um encorajamento aos indivíduos experimentarem práticas para o prazer erótico, mesmo quando a cultura desaprova essas práticas.
Fatores psicodinâmicos:

Trauma: Assim como outros psicanalistas, Stoller inclui o trauma como um fator de forte contribuição. Ele é mais cauteloso do que muitos dos tradicionais pois levanta importantes questões sobre como o trauma contribui exatamente e sob que circunstâncias. Por que algumas pessoas tornam-se interessadas em SM e outras não, tendo tido o mesmo tipo de trauma? Ele especula a partir de seus dados etnográficos e de sua prática psicanalista que as pessoas que praticam SM consensual são "neuróticas, como nós todos", enquanto que os praticantes não-consensuais são mais severamente afetados demonstrando fortes sinais de desordens da personalidade ou, nos piores casos, de psicoses.
· "Ansiedade de simbiose": Os meninos precisam desempenhar um ato de separação de suas mães que não é requisitado às meninas. Quando isso é difícil, eles podem temer tornarem-se femininos e podem temer tornarem-se íntimos de meninas e mulheres. "Muito da masculinidade, em todas as culturas, é construída a partir da manifestação desse conflito: da ênfase ao falo, do medo da intimidade com mulheres, do medo de ser humilhado pelas mulheres, da necessidade de humilhar as mulheres e da fetichizição das mulheres." Ele apregoa que a ansiedade da simbiose pode ser a base para a maioria das perversões, por exemplo, fetichismo, voyeurismo e sadomasoquismo. Na sua maneira de ver essas são diferentes maneiras de criar ou preservar distância das mulheres.

· Defesa contra ansiedade, vergonha e culpa.
Teoria comportamental
Rosenhan e Seligman (1995) apresentam uma visão comportamental das causas das parafilias.Eles usam o paradigma pavloviano onde um reflexo condicionado (CS) é associado a um reflexo incondicionado (US) de estimulação genital e a uma resposta incondicionada (UR) de prazer sexual. Como resultado, futuramente um CS produzirá uma resposta condicionada de excitação sexual. Fetichismo por pés pode ser usado como exemplo. A visão e o toque de um pé no pênis pode se tornar um CS resultando em ereção ou orgasmo, o US. O CS não se extingue na parafilia, devido à masturbação que reforça a conexão entre CS e US. Mas por que algumas pessoas se masturbam com o CS e outras não é ainda um mistério.
Além disso, eles usam um "prevenção" como forma de explicar o fato de que um limitado conjunto de objetos tornem-se parafílicos. Essa prevenção é talvez "meio programada"(i.e. biologicamente determinada) e de determinadas espécies.

Sexologia "Moderna"
John Money (Money, 1986) é um dos mais importantes e conhecidos sexologistas que escreveu exaustivamente sobre a parafilia. Ele usa tanto a psicoanálise quanto a teoria comportamental para como bases para seu pensamento. Uma de suas definições mais proeminentes é a de "transformar a tragédia em triunfo", a tragédia como vandalização da sexualidade de alguém ou um "gráfico do amor". O triunfo é a satisfação sexual obtida por ser parafílico. Money define o "gráfico do amor" como "uma representação ou padrão de desenvolvimento existindo simultaneamente no pensamento e no cérebro retratando o amor idealizado, o caso de amor idealizado, e o programa idealizado de atividade sexo-erótica projetada no imaginário ou mesmo realizada com o parceiro" (Money, 1998). O gráfico do amor de uma pessoa é, supostamente, tão característico dessa pessoa como suas digitais. Uma pessoa com parafilia como parte de seu gráfico do amor teve seu gráfico vandalizado.
Gráficos do amor podem ser vandalizados de muitas formas, por exemplo, por pais que interferem no desenvolvimento sexual de uma criança. Ele afirma que a parafilia é virtualmente não-existente em sociedades que não colocam tabus no desenvolvimento sexo-erótico das crianças. Por outro lado, ele enfatiza que tanto a hereditariedade quanto o ambiente contribuem para o aparecimento das parafilias. Componentes hereditários não são necessariamente genéticos, pois podem, por exemplo, ser fruto de influências hormonais no ambiente intrauterino.
Money é conhecido pela extensiva classificação das parafilias, dividindo-as em categorias e sub-categorias e dando-lhes nomes específicos (como "acromotofilia") que ele pegou do grego e do latim. Sua classificação é muito mais extensa do que as encontradas nos mais importantes manuais de diagnósticos (DSM e ICD).
Os sexologistas variam em sua maneira de pensar sobre as origens da parafilia. Uma opinião comum é que o desenvolvimento da parafilia está conectado à rejeição do indivíduo à sexualidade, ao corpo e à intimidade, e que há um conflito emocional em relação aos seus pais. O conflito emocional faz o indivíduo desconectar sua sexualidade de outros indivíduos e conectá-la a objetos ou situações.

Meus comentários sobre a "etiologia"
Acho razoável acreditar que há tantas origens para a parafilia quanto indivíduos parafílicos. De acordo com minha experiência e com os estudos que li, indivíduos de Sm constituem um grupo diverso que não tem necessariamente nada em comum exceto o fato de serem interessados em SM.
Muitos dos profissionais que tentaram explicar as origens do SM têm bons conceitos, mas eu não acredito que as explicações são universalmente válidas. É muito fácil postular um conflito e um trauma como necessariamente fatores fundamentais, especialmente quando dados do paciente são usados. Se isso fosse correto, eu esperaria uma maior prevalência de psicopatologias entre indivíduos SM do que na população em geral. Pelos estudos feitos, no entanto, não há razão para acreditar nisso. Como Stoller diz: "Muitos dos pacientes informantes são estáveis profissionalmente; a maior parte graduados
ou mais, conversadores animados, com bom senso de humor, atualizados na política e nos eventos mundiais, e nem mais nem menos deprimidos do que a sociedade como um todo. "Como todo mundo, eles são neuróticos".
Então, se, como Stoller diz, SM é uma PTSD (Desordem Pós Traumática por Stress ou Tensão) da infância, nós todos provavelmente temos algum tipo de PTSD, indivíduos SM ou não. E SM é virtualmente uma solução saudável comparando-se, por exemplo, a uma OCD (Transtorno Obsessivo Compulsivo).
Um dos pontos fracos nessas explanações é que quase sempre falam só de homens. Naturalmente, os homens tradicionalmente reprimiram menos suas inclinações sexuais do que as mulheres, assim sendo manifestaram seus impulsos sexuais de forma mais abrangente. Alguns deles tiveram problemas (algumas vezes até com a Lei) e terminaram num consultório médico sendo diagnosticados. Isso nos leva a um outro ponto fraco: muitos dos casos coletados vêm de casos patológicos.
Acho razoável perceber (como Stoller e Money) que há várias causas que contribuíram. A educação é obviamente insuficiente, já que há fortes razões para crer que ambientes equivalentes podem dar resultados diferentes. Indivíduos que foram espancados quando crianças podem ou não ser levados a espancar. E indivíduos que nunca foram (ou pelo menos dizem que não) espancados gostam de o ser durante os jogos SM. Talvez alguns indivíduos sejam mais atraídos a uma forte estimulação do que outros. O ânus é uma zona erógena para a maioria das pessoas e talvez mais sensível em umas do que em outras. Já que há diferenças genéticas nas partes do corpo de cada um, por que diferenças geneticamente determinadas em diferentes partes do corpo não respondem a vários tipos de estímulos?
Concordo com Stoller de que há causas biológicas, culturais e ambientais, que freqüentemente operam em interação simultânea. Acredito que a "fixação" (Stoller) ocupa uma parte importante, porque interesses sexuais são muito "resistentes à extinção". Não acho que os teóricos comportamentais tenham acertado em que a masturbação seja um fator crucial para manter o interesse. Mais provável que o interesse tenha sido invocado uma vez e para sempre fixado, compelindo portanto o indivíduo a continuar se masturbando.
O interesse pode ser despertado de várias formas, não necessariamente traumáticas. Se há um trauma envolvido, talvez isso possa explicar a fixação pois a excitação pode ter sido tão grande que o impacto emocional da experiência fica gravado para sempre no cérebro e no sistema nervoso. Mas posso bem imaginar que os estados hiper-excitados tenham diferentes causas. Uma irmã mais velha que coloque sua bota no pênis do menino durante uma brincadeira pode ser o exemplo de forte excitação resultante do vigor do jogo mais o toque em seu pênis. Seu fetiche por botas e possivelmente um interesse masoquista pode ser devido ao intenso prazer num estágio de super-excitamento sem nenhum trauma envolvido. Naturalmente, sua estrutura genética pode ser de grande influência nessa hora. Entretanto, alguém pode argumentar que se um indivíduo adulto pode relacionar-se sexualmente apenas com botas e não com pessoas, deve haver algum trauma em sua vida que faz ser impossível uma relação sexual com outras pessoas. O(s) trauma(s) será, nesse caso, relativo à sua inabilidade em criar relacionamentos, não a fetiches ou interesses SM. Tenho certeza de que psiquiatras quase sempre se confundem sobre esses assuntos. Além disso há uma razão para acreditar que a maioria de nós sofremos algum tipo de trauma, e que isso poderiam, em casos individuais, ser prova de que o trauma é a causa para o interesse no SM. "Veja, esses SM todos tiveram traumas em suas vidas".
De qualquer maneira, concordo com Stoller em que, aqueles que abusam de outros, sexualmente ou não, são indivíduos comprometidos psiquicamente. Eles devem ter sofrido traumas tradicionais (como terem sido vítimas de abusos) ou terem sido severamente negligenciados, de tal forma que suas habilidades para relacionarem-se com outras pessoas de forma respeitosa e empática tenha sido profundamente prejudicada.
Um ponto sobre a interação entre a biologia e o ambiente: há razões para crer que alguns meninos têm uma estrutura biológica mais feminina do que outros (Bateson). Um menino assim pode se sentir especialmente inclinado a brincar com meninas e de forma submissa. Sua estrutura biológica dá-lhe impulsos para escolher ambientes que lhe dê oportunidades de experimentar uma forte excitação sexual por meninas que o dominem. Aí, o interesse masoquista pode se desenvolver. É claro que não afirmo que todos os homens masoquistas são "efeminados". Há diferentes razões para todos os interesses e preferências sexuais.

Por que o SM (e o fetichismo) ainda é passível de diagnóstico?

O SM não é apenas categorizado como uma "parafilia", ele é também diagnosticado como tal. Sexualidade desviante tem sido vista como imoral ("perversa") pelo clero como também pelos leigos. Essa avaliação tem servido como ferramenta para a opressão política. O controle da sexualidade das pessoas toca profundamente em suas personalidades. Com a medicalização da sociedade, imoralidade foi substituída por doença. Inúmeras práticas sexuais foram rotuladas de "desvios", o que significa "doente" no contexto diagnóstico. Muitas dessas práticas são hoje consideradas normais, ou pelo menos não como doenças (por exemplo sexo oral, sexo anal, homossexualidade). Uma razão para isso é a crescente aceitação de atividades sexuais como prazeres legítimos (tanto para homens quanto para mulheres); a atividade sexual não necessariamente tem a procriação como objetivo atualmente.

Outra razão é a permissividade e a relativa abertura sobre a diversificação, e os homossexuais tornaram-se um forte e influente grupo lutando por seus direitos humanos. O mais autorizado sistema de diagnóstico psiquiátrico mundial é o DSM-IV (Manual Estatístico e Diagnóstico de Doenças Mentais, Quarta Edição) pela Associação Psiquiátrica Americana e o "Desordens Mentais e Comportamentais" subgrupo do ICD-10 (Classificação Internacional de Doenças, versão 10) pela Organização Mundial da Saúde.

Há, provavelmente, muitas diferentes razões do porquê SM e fetichismo são diagnosticados como "parafilias":
· Categorização e estigmatização da minoria não a elimina. Indivíduos estigmatizados precisam falar e exigir aceitação, especialmente quando o grupo é invisível. Estabelecer categorias tendem a continuar sua existência (apenas porque eles existem) até que alguém lute por mudança.
· Muitos praticantes de SM nem sabem que eles são diagnosticados. A maioria deles estão "dormindo" nessa parte do mundo. Indivíduos com interesses em SM e em fetiches normalmente não procuram por terapia para mudar seus interesses sexuais. Esses indivíduos que foram diagnosticados são normalmente os reincidentes a que se referem o sistema legal.
· Dentro do diagnóstico de sádico e de masoquista não há distinção claro entre jogos consensuais e abuso sexual.
· Psiquiatras, pelo menos os tradicionais, tendem a acreditar que o SM é causado por severo trauma e, portanto, é um fenômeno anormal.
Na verdade houve algum esforço para mudar, o que resultou no "critério B" adicionado a todas às sub-categorias das parafilias no DSM-IV: "As fantasias, impulsos ou comportamentos sexuais causam, clinicamente, significantes aflições ou prejuízos nas importantes áreas de funcionamento social, ocupacional etc.". Este critério precisa ser encontrado como condição para que o diagnóstico de "parafilia" seja feito. O critério não é (ao menos não claramente, explicitamente ou consistentemente) implementado no ICD-10. Ambos os sistemas de diagnóstico aboliram o diagnóstico de homossexualidade.

Por que os diagnósticos de "fetichismo" e de "sadomasoquismo" deveriam ser abolidos?

· Isso é um assunto de direitos humanos. Diagnosticar tipos de sexualidade é um desrespeito assim como discriminar pessoas baseando-se na raça, etnia ou religião.
· Pessoas podem usar o diagnóstico para usar o abuso legítimo. Há ainda muito respeito e crença nos diagnósticos médicos. .
· Os "desviados" freqüentemente vêem a si mesmos como menos valorizados (eles sentem o estigma).
· Diagnósticos são confusos. Por exemplo, o critério de diagnosticar o "fetichismo de transversão" (DSM-IV) aplica-se apenas a homens heterossexuais. Fico feliz que homossexuais e mulheres estejam isentos (e eles têm sido bons em se agrupar contra a discriminação), mas homens e heterossexuais também deveriam. Uma razão pela qual mulheres estejam isentas desse diagnóstico é, provavelmente, que mulheres usam roupas masculinas de forma melhor aceita socialmente do que homens degradam seu status se usarem roupas femininas. O diagnóstico de "Sadismo" e "Masoquismo" são certamente confusos porque abuso e violência estão na mesma categoria que jogos sexuais consensuais. O diagnóstico de "Pedofilia" não tem nada a ver com fetichismo ou SM consensual, mas é diagnosticado como "Parafilia" do mesmo nível.
· O rótulo de "Parafilia" no sistema de diagnóstico parece inconsistente. Muitos tipos de parafilia (como o, por exemplo, definido John Money) não são mencionados. Desde que muitos tipos de abuso sexual são diagnosticados como parafilia, parece estranho que o estupro não o seja. Um estuprador não é necessariamente sádico porque ele pode não ter necessariamente excitação sexual advinda do sofrimento da vítima. A prática de sexo sem segurança também não é diagnosticada como tal (pelo menos não como uma desordem sexual).
· As categorias do DSM-IV para fetichismo e SM são redundantes, porque se as fantasias causam aflição ou prejuízo funcional, há muitas outras categorias (fora da parafilia) para serem diagnosticadas.
· Interesses por SM e fetichismo são basicamente "normais" (assim como algumas pessoas são atraídas por pernas com meias, outras pés com sapatos "sexies", etc., e a dimensão desse poder é usualmente presente em algum grau, isto é, quem fica por cima e quem fica por baixo durante a atividade sexual). O interesse só é passível de ser diagnosticado se for excessivo, mas esse excesso pode ser aplicado a qualquer coisa na vida. Um colecionador de selos não será diagnosticado como "filatélico" só porque fica excessivamente absorto com essa atividade.
· O ICD-10 privilegia as relações sexuais: "Fantasias fetichistas são comuns, mas não são consideradas desordens a menos que levem a rituais tão compulsivos e inaceitáveis que interfiram na relação sexual causando um esgotamento no indivíduo". Então, se as pessoas não querem relações sexuais, isso pode ser sério! Sadomasoquismo, no entanto, não significa causar um esgotamento no indivíduo (inconsistência).
· Independente do que cause o SM e o fetichismo, não há razões para diagnosticá-los como doenças. É um absurdo tão grande quanto diagnosticar as pessoas "judias", "cristãs" ou "muçulmanas".
· Não é a sexualidade em si que é um problema. Entretanto, qualquer tipo de sexualidade (até a atividade heterossexual "careta", "normal") pode ser pervertida quando abuso e desrespeito fazem parte dela.
· Diagnosticar pode afetar os indivíduos de muitas maneiras negativas.
Possíveis conseqüências por ser diagnosticado
· Pessoas podem acreditar que estão doentes porque autoridades médicas assim o dizem.
· Imagem negativa de sis mesmo, baixa auto-estima.
· Obsessões e compulsões, por exemplo, o alcoolismo, o abuso das drogas e o vício em trabalhar.
· Suicídio ou tentativa de suicídio.
· Ansiedade sexual, dificuldades sociais.
· Vários tipos de comportamento auto-destrutivo (por exemplo, mutilação própria e passividade).

Comentários finais: Qual é o problema realmente?

Stoller diz: "Mas agora, o ponto principal. Embora estudar o sentido da perversão valha a pena, o que interessa é a questão básica: Que ameaça qualquer indivíduo, não apenas o sadomasoquista, inflige a qualquer outra criatura? Não apenas na imaginação ou no teatro do comportamento erótico (como, por exemplo, no dos sadomasoquistas consensuais)". Stoller usa a palavra "perversão" mais ou menos como sinônimo de "parafilia". Eu acho que seria útil reservar a palavra "perversão" para atividades sexuais ameaçadoras e outras abusivas e desrespeitosas. A categoria de "perversão" poderia então incluir atividades como: estupro, coerção sexual, dolo sexual, pedofilia e inúmeras práticas sexuais perigosas. Estou falando realmente sobre a moral na nossa cultura, em nossos dias e época, e isso é que é importante. Se nós, por qualquer razão, precisarmos manter uma categoria diagnóstica de "desvio sexual", eu certamente incluiria as práticas imorais nessa categoria.
De qualquer forma, qual é realmente o problema dos indivíduos "perverso" neste sentido? É um problema sexual ou alguma coisa a mais? Quando uma pessoa ultrapassa os limites de outra pessoa ou se comporta de forma auto-destrutiva, esta pessoa tem um problema e pode ser um bem sério, mas não um problema sexual. O homem que bate na esposa (sendo sexualmente excitado com isso ou não) tem um sério problema, como um transtorno de personalidade (o que também não é um problema sexual). O indivíduo adulto que se envolve sexualmente com crianças tem um problema grave. Ele provavelmente tem dificuldades em desenvolver intimidade com outros adultos, ou seja, em outras palavras ele tem um problema de contato.
Ainda umas poucas palavras sobre intimidade: Muitas pessoas, sejam "normais" ou "parafílicas", têm dificuldade em tornar-se íntimo do parceiro apropriado. Se a pessoa é "parafílica", a psiquiatria é rápida em atribuir o problema a um desvio de sexualidade. Seria mais apropriado ver a dificuldade com a intimidade como um problema, do que estigmatizar o tipo de sexualidade. Não há nenhuma evidência de que pessoas SM ou fetichistas são menos aptos a amar seus parceiros do que qualquer outra. Se a pessoa tem problema com intimidade, isso não é um problema sexual. Entretanto, isso pode ser muito sério.


Bibliografia

DSM-IV: Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fourth Edition, American Psychiatric Association, Washington DC.
ICD-10: The ICD-10 Classification of Mental and Behavioral Disorders, World Health Organization, Geneva.
Money, John: "Lovemaps", Irvington Publishers, Inc., N.Y., 1986.
Money, John: "Sin, Science and the Sex Police", Prometheus Books, Amherst, New York, 1998.
Reich, Wilhelm: "Character Analysis", Farrar, Strauss and Giroux, N.Y. 1945.
Rosenhan, D.L. and Seligman, M.: "Abnormal Psychology, third edition", Norton, N.Y. 1995.
Stekel, Wilhelm: "Sexual Aberrations", Liveright Inc, N.Y., 1930
Stoller, Robert: "Pain and Passion - A Psychoanalyst Explores the World of S&M", Plenum Press, N.Y., 1991.
Weinberg, Thomas (Ed.): "S&M - Studies in Dominance and Submission", Prometheus Books, Amherst, New York, 1995.





sábado, 9 de maio de 2009

JOIAS

ESSAS SÃO ALGUMAS DAS JOIAS QUE OS MAÇÕNS USAM.








SAO LINDAS.




















































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































vida apos a morte




EXISTE VIDA APÓS A MORTE?






A LINHA TÊNUE QUE SEPARA A VIDA DA MORTE. CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE :






É um dos maiores enigmas da Ciência. Um ponto de interrogação que pesa sobre a cabeça de todos aqueles que não têm uma Religião ou simplesmente não acreditam em Deus : Afinal, existe ou não, vida após a morte ?








A pesquisa feita em 10 hospitais da Holanda analisou 1500 pessoas no leito de morte. Pelo menos 63 delas voltaram para contar o que viram. É a primeira vez que a ciência assinala esse tipo de experiência.




O médico Sam Parnia, do Hospital Geral de Southampton, no sul da Inglaterra, foi um dos chefes da pesquisa feita na Holanda : “Entrei descrente, não acreditava em Deus, muito menos na existência da alma. Agora, tenho minhas dúvidas. Acho que algo muito maior do que nós existe e nos espera depois da morte”, diz.




As salas de ressuscitação dos hospitais serviram de laboratório para os pesquisadores. Noventa por cento das pessoas analisadas tiveram ataques cardíacos. Os outros 10% eram vítimas de acidentes : “Zerávamos o cronômetro assim que o paciente era posto sobre a maca, dessa forma analisamos casos de pessoas que ficaram de 15 segundos a 43 minutos clinicamente mortas”, conta o Médico






Como eles sabiam que as pessoas estiveram realmente sem vida ? “Porque tudo parou. O coração, a respiração, os impulsos do cérebro. Nada mais funcionava. Era gente que estava morta, mesmo que momentaneamente”, afirma Sam Parnia.




E o que acontecia ? "Eles enxergavam nossa luta para trazê-los de volta à vida. Era como se a mente se desligasse do corpo e ficasse flutuando ao lado da maca. Alguns chegavam a tentar nos avisar que não adiantava mais continuar dando choque, pois o corpo já estava morto", relata.






O cinema sempre usou e abusou desse tema: mortos que voltam ou que jamais vão para o céu ou para o inferno. Mas será que é possível continuar vivendo sem um corpo ? Será que existe consciência independente do cérebro ? "Para saber o que é normal, precisamos estudar o anormal”, acredita o Médico.






Mas quem garante que nesses casos estudados existiu uma energia realmente fora do corpo ? "Os fatos. De alguma forma a mente e a consciência continuaram existindo separados do cérebro dos pacientes estudados. Eles garantem que viam tudo de cima, quase do teto do hospital. E o mais interessante é que eles viram coisas que aconteceram exatamente no momento em que seus cérebros estavam temporariamente mortos. Os ouvidos não poderiam estar ouvindo e nem os olhos poderiam estar vendo”, afirma.






Mas a mente não pode ter criado essas imagens depois que os pacientes voltaram do coma ? “Também pensamos nisso. Foi aí que descobrimos algo de arrepiar. Alguns pacientes viram coisas em outros cômodos do hospital. Um, por exemplo, vagou pelos corredores enquanto nós lutávamos para evitar a morte do seu corpo. Ele disse que foi até a sala ao lado e conversou com uma mulher. Deu o nome dela, a idade. Fomos investigar e descobrimos que naquela hora a tal mulher também estava clinicamente morta. Isso só nos faz acreditar que a mente dele falou com a mente dela”, conta Sam Parnia.




O caso que mais surpreendeu os Médicos pesquisadores aconteceu fora do hospital. Enquanto do lado de dentro a Equipe Médica trabalhava para ressuscitar um corpo, o dono desse mesmo corpo jura que saiu para dar um passeio. Foi até a um parque perto do hospital, viu um conhecido que depois confirmou que estava lá naquela hora. E o mais impressionante: na hora de voltar, o paciente diz que presenciou um acidente na rua. Um homem foi atropelado. Os dois chegaram a conversar. Até que de repente, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital. O homem atropelado teria desaparecido num facho de luz. “Checamos a história na delegacia e o atropelamento aconteceu mesmo. Só podemos acreditar numa coisa: as almas, ou seja lá o que for, se encontraram e depois tomaram rumos diferentes. A do nosso paciente voltou para o corpo. A do homem atropelado se foi”, diz o médico. Foi para onde ? "Os pesquisadores ainda não têm resposta. Isso vai depender de mais estudos. Por enquanto eles apenas cogitam. Essa energia pode ficar vagando eternamente, pode reencarnar em outro corpo, pode durar somente algum tempo e depois acabar. Nem se sabe ainda se essa energia é alimentada pelo cérebro ou se é o cérebro que se alimenta dela. Talvez, admitem os cientistas, sejam mesmo almas criadas por Deus, e que voltam para junto dele quando o corpo já não funciona mais..."






sexta-feira, 8 de maio de 2009

Como agir no 1º encontro


COMO AGIR NO PRIMEIRO ENCONTRO


O encontro é um divisor de águas.
Nele é possível que muitos pontos fiquem mais claros e determinem o rumo que a relação irá tomar.

O primeiro encontro decorre do interesse de ambas as partes, que surge nas buscas, com a análise do Perfil.

A presença das fotos influi positivamente no número de interessados em analisar um Perfil.

Capriche nas fotos e se elas forem, como devem ser,

atuais, haverá um menor impacto quando os dois se avistarem.

Se houver afinidades e características consideradas atraentes nos Perfis a

empatia é sentida no encontro.

Elas serão testadas num segundo momento,

por meio da troca de e-mails e dos bate papos on-line.

Os telefonemas fazem parte desse segundo momento;

há o interesse dos dois em ouvir a voz um do outro e,

com isso, de tentar formar uma ideia mais precisa da pessoa com quem se

correspondem.

Isso nem sempre acontece!

Ultrapassadas estas duas etapas,

surge o momento de um dos dois ou mesmo os dois proporem o encontro.

É o terceiro momento.

O encontro é um divisor de águas.

Nele é possível que muitos pontos fiquem mais claros e determinem o rumo que a relação irá tomar.

Há os que vão para o encontro com segurança e entusiasmo,

prontos para se deparar com a pessoa certa,

e outros que vão inseguros e

Pessimistas, com medo de serem rejeitados ou de estarem vivendo uma situação

perigosa, embora haja dicas de segurança que o próprio site oferece.

Uma delas é que o primeiro encontro aconteça num lugar público e aberto,

assim como um restaurante ou cafeteria num shopping,

num clube, em um lugar movimentado.

Outros, ainda,

vão convencidos que estão vivendo um conto de fadas

e que tudo acontecerá num clima de magia.

Isso pode acontecer e vai depender da sorte e muito do estado emocional

dos que se candidatam a formar um casal.

Pessoas mais afoitas podem cometer gafes.

Atenção.

Uma delas é sugerir o restaurante ou o bar mais caro da cidade,

sem saber muito bem a situação financeira daquele que a acompanha.

É difícil e desaconselhável que o homem sugira ou aceite dividir as despesas no

primeiro encontro.

Mais tarde, como diz Danuza Leão em seu livro de etiqueta social,

isso não é mais problema.

Não se esqueçam,

também,

que abusar de bebida alcoólica é desastroso num encontro como esse.

As pessoas perdem os limites e falam demais ou agem de forma deselegante,

vulgar e até ameaçadora.

Otimismo sem ingenuidade é a postura ideal.

Simplicidade (Sem simploriedade) só recomenda bem.

Pessoas ansiosas devem se preparar para encontrar alguém que pode

ser ou NÃO “the one” (A pessoa certa).

Digo isso justamente para que ninguém precise ficar ansioso,

imaginando que esse é um dia único e talvez o último e que por isso as coisas

têm que dar certo.

Na verdade este encontro pode dar frutos,

transformar-se em namoro,

mas também pode ser uma ocasião de conhecer aquele que será um amigo para

sempre.

Quero dizer que não existe nenhuma certeza de que aquele encontro será

maravilhoso nem que será uma péssima experiência.

Será, isso sim, uma situação nova,

uma surpresa, na maioria das vezes.

Se ele surpreender para melhor,

que bom!

Trate de sentir-se merecedor e prepare-se para encantar seu par,

usando tudo o que tem de melhor a seu favor.

Nada de confidências ou lamentações.

Falar de relacionamentos anteriores,

NEM PENSAR!

Não responda perguntas que considerar indiscretas e que pessoas curiosas

querem saber antes do tempo.

São pessoas invasivas.

Existem muitos assuntos para uma conversa nesse dia especial:

Assuntos gerais: engraçados ou sérios.

Você deve se lembrar dos assuntos preferidos do seu par

(Estão lá no Perfil, em temas de livros e programas de TV favoritos etc.).

Os hobbies também podem ser assunto.

Viagens, tudo que você leu no Perfil dele

e sobre o que você também tem algo a dizer.

SORRIA! Use o seu olhar atento e vivaz para que o encontro seja alegre e possa funcionar como uma boa lembrança, que se desejará repetir, mais cedo ou mais tarde. Se tiver a sorte de ser sedutor sem se tornar artificial, use sua sedução.

Se você estiver com uma pessoa mais formal, evite dizer palavrões.

Hoje em dia, eles fazem parte da linguagem corrente de muitas mulheres.

Um homem educado também não sai dizendo palavras chulas no dia em que

conhece a mulher que talvez venha a querer para um compromisso sério.

Não fique querendo mostrar que é uma mulher que não vê diferença entre homens

e mulheres, inventando mentiras ou contando seus êxitos com alarde.

Você não sabe ainda que situação de vida aquela pessoa que está ali com você

está vivendo.

Talvez ela não esteja numa fase tão boa quanto a sua.

Mas tudo é o jeito de falar.

Quem tiver mais sensibilidade levará vantagem, pois prestará mais atenção no

outro.

Quem pensa que é o “umbigo do mundo” sente, sem saber,

desprezo pelos outros.

E isso se capta de longe.

Uma coisa que impressiona muito bem é o interesse pelo próximo, a arte de ouvir

com atenção. Tudo o que digo aqui, não esqueçam,

só tem sentido se for feito com naturalidade, por ser verdadeiro.

Em geral, as pessoas pensam que a beleza tem alguma relação com a sexualidade. Mulheres têm fantasias sexuais com homens fortes e bonitões . Homens, com mulheres que chamam de gostosonas. A relação beleza/sexo, no entanto, é facilmente contestada. Um homem inteligente pode ser irresistível só por este aspecto. Os homens também sonham com mulheres suaves, compreensivas, que irão cuidar deles e os colocar no centro da vida delas. Anseiam por descobrir também as que saibam lhes dizer não, sobretudo no dia em que se veem pela primeira vez. Enfim, para muitas pessoas essas atitudes já foram superadas e fazem parte da primeira metade do século passado. Mas não se enganem: muitos homens e mulheres ainda ficam fascinados com o recato e a classe (que nunca poderá ser fingida) e que hoje são ditos típicos do período do romantismo, tão fora de moda. Não tome a iniciativa de demonstrar, nesse primeiro encontro, o desejo, às vezes irrefreável, de garantir um novo encontro. As coisas devem acontecer no devido tempo. Aguarde, e só faça algum convite se perceber que está com uma pessoa tímida e insegura. A primeira impressão é muito importante, portanto é imprescindível que homens e mulheres se apresentem no primeiro encontro com trajes que lhes caiam bem, de preferência aqueles que quando usados todo mundo elogia. Obviamente, ambos devem estar cheirosos, bem penteados ou bem despenteados, unhas cuidadas, bom hálito, nada de vulgaridade, principalmente nos gestos e palavras. Evite usar roupas por demais provocantes. O homem pode ser ousado, mas não inconveniente, e a mulher doce, jamais tola.Outra vez: Acredite que tem como encantar seu par e ocupe-se em viver o momento presente com prazer e leveza .

Porque o futuro, quase sempre, decorre dele.



quinta-feira, 7 de maio de 2009

O primeiro amor pode virar "amor para toda vida"?


O primeiro amor pode virar "amor para toda vida"?



É difícil imaginar uma pessoa se casando com seu primeiro e único amor. Entretanto, especialistas em relacionamento afirmam ser possível sim e, o melhor, você pode ser uma pessoa absolutamente feliz e satisfeita com sua vida amorosa.


Talvez um dos questionamentos que mais intrigue a mulher é: 'como saber se ele é o homem da minha vida, se não tive outra experiência?'. Se esta dúvida teima em incomodá-la, é melhor reavaliar seus reais sentimentos pelo parceiro. "O parâmetro para esta mulher deve ser se ela está feliz ou não", afirma a terapeuta de casais Eliete de Medeiros.


A psicóloga Sueli Castillo compartilha da mesma opinião da especialista. "A sua maior referência está no homem que ama. Neste momento, não importa a quantidade de amores e sim a qualidade do amor", diz.



De acordo com Sueli, entrar em um relacionamento partindo do princípio de que se não der certo "a fila anda" pode amenizar o medo do fracasso da relação e das frustrações geradas. No entanto, a mulher pode acabar vítima de seus medos e jamais conquistar um amor para a vida inteira. "Acreditar que a relação vai dar certo é encarar as dificuldades geradas com a convivência a dois", diz a psicóloga.


E como qualquer outra relação, o amor é construído diariamente por ambas as partes. Eliete de Medeiros ainda diz ser fundamental estar disposta a conviver com os defeitos do outro. Ela também enfatiza a necessidade de flexibilidade do casal. "Você deve mostrar a ele o quanto determinada atitude a incomoda.


E se ele quiser permanecer com você, certamente, será flexível para atendê-la", afirma a terapeuta. Já a psicóloga especialista em medicina comportamental, Junia Ferreira, acredita que todas as pessoas passam por ciclos durante a vida e os valores se alteram com o passar do tempo.


E, de acordo com ela, para cultivar este amor os dois devem repensar juntos os anseios e os valores ao longo da vida. Para saber se seu primeiro namorado é sua alma-gêmea, você deve ter convicção de que no momento será feliz com ele. Além disso, avaliar se é com este homem que pretende compartilhar suas emoções e seu dia-a-dia.


Caso as respostas para estes questionamentos sejam positivas, considere-se uma sortuda pois ele é o homem para sua vida.

Portanto,


rumo ao altar


Minha lista de blogs

Marcadores

Powered By Blogger

oiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

ola pessoal espero que gostem do blog.......